Oração do Dia
Dia 13/08: Oração para os treinandos serem transformados no seu caráter
Ore para que os treinandos sejam transformados no seu caráter a fim de serem úteis ao Senhor em Seu serviço
Rm 12:2 ‘E não vos conformeis a esta era, mas transformai-vos pela renovação da mente, para que experimenteis qual é a vontade de Deus, o que é bom, agradável e perfeito.”
2Tm 2:15, 21 “Procura diligentemente apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que corta retamente a palavra da verdade.... Portanto, se alguém se purificar destes, será um vaso para honra, santificado e útil ao seu possuidor, estando preparado para toda boa obra.”
2Tm 4:11 “Somente Lucas está comigo. Toma contigo Marcos e traze-o, pois ele me é útil para o ministério.”
Fm 11 “o qual, antes, te foi inútil, mas agora é útil, a ti e a mim.”
PORÇÃO DO MINISTÉRIO:
Primeiro, o treinamento em tempo integral nos ajuda a crescer em vida. Segundo, nos permite crescer no conhecimento da verdade a respeito de Deus e a Sua economia eterna. Isso é crescer em vida e em verdade. Além disso, os treinandos crescerão em capacidade e habilidade. Isso inclui a habilidade, os dons e a função de fazer coisas para Deus. Embora o treinamento não nos ajuda a obter nossa capacidade, ele nos ajuda a crescer em nossa capacidade. Crescer indica que já temos algo. Mas o que temos tem de ser desenvolvido. Precisamos do crescimento. Embora já tenhamos uma porção da capacidade espiritual divina, crescemos até certo ponto em nossa capacidade espiritual desde que o treinamento começou, há menos de um ano. Temos de crer que tivemos algum crescimento em vida, em verdade e em capacidade. A quarta coisa que o treinamento nos proporciona é sermos transformados em nosso ser, em nosso caráter. Temos de ser transformados em nosso caráter. Temos de crescer em três coisas - vida, verdade e capacidade. Temos de ser transformados em um item – caráter.
Temos de receber alguma transformação no que somos em nosso caráter. Humanamente falando, nosso caráter pode ter melhorado muito, mas isso é falso. O que precisamos é de transformação. Quanto em nosso caráter tem sido transformado? A transformação do nosso caráter implica muito. Sermos muito lentos ou muito rápidos, humildes ou orgulhosos, pacientes ou impacientes, não é uma questão de conduta, mas do que somos. O que somos hoje se torna nosso caráter. Nós, que amamos o Senhor, devemos ser treinados no crescimento em vida, no crescimento em verdade, no crescimento em capacidade e na transformação do nosso caráter.
Precisamos ser transformados, pois não podemos servir o Senhor como chineses, japoneses, americanos ou europeus. Nenhum ser humano pode servir o Senhor, exceto aqueles que foram transformados. Apenas ser regenerado não é adequado. Precisamos de regeneração e também de transformação a fim de servir. Temos de ser transformados... Podemos ter muito conhecimento e um certo crescimento de vida, mas sem a transformação certamente causaremos problemas... Somente aqueles que são transformados no que eles são não causam problemas. (CWWL, 1990, vol. 1, “Instruction and Exhortation to the Trainees,” ch. 2, pp. 203-204)
Dia 12/08: Oração para os treinandos praticarem diligentemente o cultivar da sua capacidade espiritual
Ore para que os treinandos pratiquem diligentemente o cultivar da sua capacidade espiritual na pregação do evangelho, na nutrição dos jovens crentes, no aperfeiçoamento dos santos e no profetizar da palavra de Deus, para a edificação das igrejas locais, consumando na edificação do Corpo de Cristo
Mt 28:19 “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os no nome do Pai e do Filho e do Espirito Santo;”
Rm 15:16 “a fim de que eu seja ministro de Cristo Jesus para os gentios, um sacerdote que labora no evangelho de Deus, de modo que a oferta dos gentios seja aceitável, tendo sido santificada no Espírito Santo.”
1Ts 2:7 “pelo contrário, fomos ternos entre vós, como uma mãe que amamenta cuida com carinho de seus próprios filhos.”
Jo 21:15b “perguntou Jesus a Simão Pedro: Simão, filho de João, tu Me amas mais do que estes? Ele Lhe respondeu: Sim, Senhor, Tu sabes que Te amo. Ele lhe disse: Alimenta os Meus cordeiros.”
Ef 4:12 “Tendo em vista o aperfeiçoamento dos santos para a obra do ministério, para a edificação do Corpo de Cristo.”
1Co 14:1, 4b “Segui o amor e procurai diligentemente os dons espirituais, mas principalmente que profetizeis...mas o que profetiza edifica a igreja.
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
Um terceiro propósito do treinamento é levantar os treinandos para cultivar sua capacidade espiritual na pregação do evangelho, no nutrir dos jovens crentes, no aperfeiçoamento dos santos e no profetizar da palavra de Deus para a edificação das igrejas locais, consumando na edificação do Corpo de Cristo (Mt 28:19; 1Ts 2:7; Ef 4:12; 1Co 14:1,4). Isso é para cultivar o que temos pelo nosso nascimento espiritual. Por meio da regeneração, há uma grande capacidade em nós, e ela precisa ser cultivada. (CWWL, 1994-1997, vol. 1, “Fellowship with Full-time Trainees,” ch. 2, p. 44)
O primeiro passo é a pregação do evangelho por meio dos sacerdotes do Novo Testamento a fim de salvar os pecadores para a satisfação de Deus (Rm 15:16). O segundo é alimentar os novos crentes. Logo após o batismo, devemos começar a alimentar, a nutrir, os novos. Jo 21:15 diz: “perguntou Jesus a Simão Pedro: Simão...tu Me amas mais do que estes? Ele Lhe respondeu: Sim, Senhor, Tu sabes que Te amo. Ele lhe disse: Alimenta os Meus cordeiros.” Aqui, o Senhor nos diz especificamente para alimentarmos Seus cordeiros, os novos crentes. Logo após o parto de seu filho, uma mãe começa a nutrir, a alimentar seu bebê. Sem o nutrir adequado, um bebê recém-nascido morrerá.
O terceiro passo em nosso serviço neotestamentário é o aperfeiçoamento dos santos. Não basta alimentar os santos jovens; também temos de aperfeiçoá-los. Depois de um certo crescimento em vida, eles precisam ser aperfeiçoados para que sejam capazes de edificar o Corpo de Cristo da mesma maneira como as pessoas dotadas. O Senhor deu dons ao Seu Corpo - apóstolos, profetas, evangelistas e pastores e mestres “tendo em vista o aperfeiçoamento dos santos para a obra do ministério, para a edificação do Corpo de Cristo”. Isso é claramente revelado a nós em Efésios 4:11-12.
O quarto passo é que todos os santos devem ser treinados a fim de serem trazidos à prática de profetizar pelo Senhor nas reuniões da igreja. Esse ponto é claramente revelado em 1 Coríntios 14. De acordo com esse capítulo, profetizar não significa prever, predizer, mas falar pelo Senhor, falar o Senhor e falar o próprio Senhor a fim de ministrar ou dispensá-Lo aos outros. Com o profetizar genuíno, as pessoas não receberão meras doutrinas ou ensinamentos, mas nosso falar ministrará Cristo às pessoas como seu suprimento de alimento. (CWWL, 1989, vol. 3, “The Exercise and the Practice of the God-ordained Way,” ch. 7, pp. 253-254)
Dia 11/08: Oração para os treinandos serem equipados na percepção das verdades divinas
Ore para que os treinandos sejam equipados na percepção das verdades divinas segundo as Escrituras, pela revelação do Espírito Santo, e gastem muito tempo e esforço estudando a verdade de modo que estejam plenamente equipados para o serviço do Senhor
1Tm 2:4 “o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade”
1Tm 2:42, pleno - Deus deseja que todos os salvos tenham o pleno conhecimento da verdade. Verdade quer dizer realidade e denota todas as coisas verdadeiras reveladas na Palavra de Deus, que são principalmente Cristo, como a corporificação de Deus, e a igreja, como o Corpo de Cristo. Todas as pessoas salvas devem ter um pleno conhecimento, uma percepção completa dessas coisas.
2Tm 2:15 “Procura diligentemente apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que corta retamente a palavra da verdade.”
2Tm 3:16-17 “Toda a Escritura é soprada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja completo, plenamente equipado para toda boa obra.”
2Pe 3:18 “mas crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A Ele seja a glória, tanto agora como até o dia da eternidade. Amém.”
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
Outro propósito do treinamento é equipar os treinandos na percepção das verdades divinas segundo as Escrituras pela revelação do Espírito Santo (2Tm 3:16-17; 1Tm 2:4; 2 Pe 3:18). Equipar é contrário a meramente educar e é feito não por letras mortas, mas de maneira orgânica. A percepção é contrária à mera compreensão objetiva. As verdades divinas são contrárias às meras doutrinas. As Escrituras e a revelação do Espírito Santo são contrárias a qualquer ensino ou imaginação humana. Os treinandos que estão formando devem ter a certeza de que foram equipados dessa maneira. (CWWL, 1994-1997, vol. 1, “Fellowship with Full-time Trainees,” ch. 2, p. 44)
Vocês precisam conhecer claramente esse caminho - o caminho da restauração... Mesmo se vocês conhecem o caminho claramente, ainda precisam conhecer a verdade e entrar na luz que o Senhor nos deu nos últimos sessenta anos. A luz desses sessenta anos é uma coleção do entendimento a respeito da Bíblia de todos os buscadores do Senhor nos últimos dois mil anos da história da igreja. Embora não temos tantas publicações como no cristianismo, nossas publicações estão no topo. Estou muito seguro sobre essa questão. Já disse a vocês que nossos escritos foram produzidos estando apoiados nos ombros de muitos que estudaram a Bíblia durante os últimos dois mil anos, além do que o Senhor nos mostrou. Vocês precisam esforçar-se para estudá-los de maneira mais profunda.
Talvez vocês tenham algum entendimento das verdades básicas da Bíblia, mas provavelmente não se esforçaram muito para estudá-las. Estudar qualquer curso não é tão fácil. Vocês precisam conhecer as conquistas dos mestres ao longo das eras. Vocês precisam gastar tempo entrando nos seus escritos para colher o benefício. Espero que vocês tratem a verdade que está no nosso meio dessa maneira, gastando tempo para entrar nela. (CWWL, 1985, vol. 5, “Vessels Useful to the Lord,” ch. 3, pp. 52-53)
10/08: Oração para os treinandos serem edificados em Cristo, no crescimento em vida, até a maturidade
Ore pelo início do semestre do treinamento em tempo integral, para que os treinandos sejam edificados em Cristo no crescimento de Sua vida até a maturidade e tenham uma busca sólida e progresso em vida
Ef 4:15 “mas, apegando-nos à verdade em amor, cresçamos em tudo Naquele que é a Cabeça, Cristo”
Ef 4:153, cresçamos - Para não sermos mais como meninos (v. 14), precisamos crescer em Cristo. Isso significa que Cristo aumenta em nós em todas as coisas até que atinjamos a condição de homem maduro (v. 13).
Cl 1:28 “o qual nós anunciamos, admoestando todo homem e ensinando todo homem em toda a sabedoria, para que apresentemos todo homem maduro em Cristo;”
Cl 1:281, maduro – Ou: perfeito, completo, adulto. Perfeito denota ser pleno em qualidade, enquanto completo denota ser pleno em quantidade. O ministério do apóstolo, ao anunciar Cristo ou ao admoestar e ensinar os homens em toda a sabedoria, era totalmente para ministrar Cristo aos homens, para que se tornassem perfeitos e completos ao amadurecerem com Cristo como o elemento da vida divina até ao pleno crescimento.
Hb 6:1a “Por isso, deixando a palavra do início de Cristo, deixemo-nos levar à maturidade.”
Hb 6:13, deixemo-nos - Na experiência que temos na nossa vida espiritual, há sempre, por um lado, aquilo que o Senhor faz, e, por outro, a nossa cooperação ao segui-Lo. O Senhor quer levar-nos à maturidade, mas ainda precisamos cooperar com Ele deixando-nos levar à perfeição, à maturidade...
O Senhor quer fazer-nos prosseguir, mas temos de permitir que Ele o faça. Essa é a nossa cooperação voluntária com a Sua obra graciosa.
PORÇÃO DO MINISTÉRIO:
O primeiro propósito do treinamento é edificar os treinandos em Cristo no crescimento da Sua vida até a maturidade (Ef 4:15; Cl 1:28). Falar cabalmente sobre esse assunto exigiria muitas mensagens, mas essas palavras simples e as referências das Escrituras transmitem muito significado. (CWWL, 1994-1997, vol. 1, “Fellowship with Full-time Trainees,” ch. 2, p. 43)
Os que estão servindo na restauração têm de (…) buscar progredir em vida. Isso significa que você tem de primeiro se esforçar para conhecer o Espírito, Cristo, a vida, a cruz e a ressurreição. Depois você deve ter a experiência prática de todas essas coisas. Contanto que você tenha coração para fazer isso, não será difícil praticá-lo. Existem muitos livros no nosso meio sobre o conhecimento e a experiência de vida...
A fim de buscar progredir em vida, vocês devem estudar O Conhecimento de Vida. Quanto mais vezes vocês lerem, melhor. Depois, vocês precisam estudar o livro A Experiência de Vida. Seria bom ler esse livro uma vez a cada dois anos e realmente praticar o que ele ensina tanto a respeito dos tratamentos em vida como o aprendizado em vida... Fui eu que usei o método científico para apresentar completamente o que tantos têm ensinado e experimentado através das gerações, somado à minha própria experiência. Então, espero que todos vocês estudem diligentemente...
Simplesmente absorvam essas verdades básicas e ensinem-as de acordo. Com relação à busca pela vida, quais outros livros seriam mais básicos do que O Conhecimento de Vida e A Experiência de Vida? Qual outro livro poderia falar de forma tão clara e transparente quanto o capítulo sobre as três leis e as quatro vidas em O Conhecimento de Vida? Esses livros são como a tabuada ... Se você ensina multiplicação, você tem de usar a tabuada ...
Não tenho tempo para falar todas essas coisas com vocês novamente. Vocês têm de entender que todos os itens básicos estão nos livros. Tudo que vocês precisam fazer é estudá-los cabalmente. Em particular, vocês têm de gastar tempo e energia para entrar no livro O Conhecimento de Vida e A Experiência da Vida ... Espero que todos vocês sejam capazes de ter uma busca sólida e progredir em vida. (CWWL, 1985, vol. 5, “Vessels Useful to the Lord,” ch. 3, pp. 53-54)
Dia 09/08: Oração para os santos aprenderem, na adoração ao Pai, a vincular a adoração do Pai à memória do Senhor
Ore para que, na reunião da mesa do Senhor, os santos aprendam a vincular a seção sobre a adoração ao Pai à seção sobre a memória do Senhor e sigam a direção do Espírito para indicar os hinos e oferecer louvores segundo o ser e os atributos do Pai
Jo 17:6 26 “Manifestei o Teu nome aos homens que, do mundo, Me deste. Eram Teus, e Tu os deste a Mim; e eles têm guardado a Tua palavra...Eu lhes dei a conhecer o Teu nome, e ainda o darei a conhecer, a fim de que o amor com que Me amaste esteja neles, e Eu neles esteja.”
Hino #18, estrofes 1-2, 7-8, coro:
1 Fiel e confiável és,
Querido Deus e Pai,
O universo isso diz,
E tudo o que há.
Oh, que fidelidade, Pai!
Por isso adoro a Ti;
No céu firmada sempre está
E é por mim ali.
2 Em Ti não há variação,
Não haverá jamais;
Tal como foste, hoje és,
E sempre o serás.
7 Já que és fiel em Teu falar
E tudo vais cumprir,
De tal fidelidade, então,
Vou sempre me nutrir.
8 Co’o Trono, um arco-íris há,
Mostrando que és fiel;
Cidade Santa expressará
Tal atributo Teu.
PORÇÃO DO MINISTÉRIO:
Quando adoramos o Pai, não precisamos de um novo início; precisamos simplesmente mudar de direção. Um hino para louvar o Pai também é um hino para adorar o Pai. Embora a adoração ao Pai seja outra seção, ainda precisa estar vinculada à seção anterior. Por exemplo, na primeira seção da reunião da mesa, se vimos o amor redentor do Senhor que nos busca e nos traz de volta, devemos nos voltar para a adoração ao Pai com esse sentimento. Com esse sentimento, podemos adorar a Deus Pai por enviar o Senhor Jesus à terra. Portanto, nosso louvor e cantar oferecerão um sabor do envio do Filho pelo Pai...
Quando adoramos o Pai, frequentemente indicamos os hinos 33 ou 52, sem prestar atenção ao tema da nossa memória do Senhor. Portanto, nosso espírito muitas vezes não consegue acompanhar quando é a hora de adorar o Pai. Isso porque não entramos na atmosfera e no sentimento da reunião; não entramos no espírito dos hinos que foram selecionados na seção sobre a memória do Senhor. (CWWL, 1952, vol. 1, “Guidelines for the Lord’s Table Meeting and the Pursuit in Life,” ch. 5, pp. 269-270)
Agora precisamos considerar nossa indicação de hinos na seção de adoração ao Pai na reunião da mesa do Senhor. Precisamos indicar os hinos segundo o ser do Pai. O nome do Pai não foi revelado até a vinda do Senhor Jesus. Ele veio para revelar o nome do Pai (João 17: 6, 26), a pessoa do Pai. Assim, devemos indicar os hinos segundo a pessoa do Pai, o ser do Pai.
Também devemos indicar os hinos segundo os atributos do Pai, tais como o Seu amor, a Sua bondade e a Sua glória. No índice do nosso hinário na seção intitulada "Adoração ao Pai", temos uma série de hinos categorizados segundo os atributos do Pai. Esses atributos incluem a Sua fidelidade, a Sua grandeza, a Sua sabedoria, a Sua misericórdia e o Seu amor.
Louvamos o Filho segundo a Sua pessoa e obra, mas não há obra com relação ao Pai. Devemos louvar o Pai segundo o Seu ser e atributos. Temos que diferenciar e discernir os hinos segundo essas duas categorias: o ser do Pai, o que o Pai é e os atributos do Pai. (CWWL, 1979, vol. 2, “Basic Lessons on Service,” Lesson 5, p. 34)
08/08 -Ore para que os santos aprendam a funcionar na reunião da mesa do Senhor de uma maneira conectada, coordenando-se como uma equipe para orar, falar e cantar hinos e louvar e dar graças ao Senhor
Ef 5:18b-20 “mas enchei-vos no espírito, falando uns aos outros com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando e salmodiando com vosso coração ao Senhor, dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai no nome de nosso Senhor Jesus Cristo.”
Hino #867:
1 Do Corpo somos membros
Pra Cristo expressar,
Por isso todos devem,
Na graça, funcionar;
Não sendo espectadores,
Mas cada membro agir,
Ninguém trazendo morte,
Mas lucro repartir.
2 Independentemente
Jamais se deve agir,
Mas sempre coordenados,
No Corpo a prosseguir;
Negamos nossa escolha,
Seguimos o fluir,
Jamais nos desviando,
Só ao Espír’to ouvir.
3 Só Cristo é o centro
Da nossa reunião,
Em comunhão com Ele,
O expomos aos irmãos;
Cabeça nosso é Cristo,
E nós, Sua expressão,
Em tudo que fazemos
Na nossa reunião.
4 No amor edificados,
Ninguém quer criticar;
A fim de aperfeiçoar-nos,
Há que exercitar.
Do ego libertados,
O “natural” deixar,
Treinados no espír’to,
O Corpo a partilhar.
PORÇÃO DO MINISTÉRIO:
Durante a reunião, precisamos funcionar na maneira de coordenação. Frequentemente, em nossas reuniões, somos como um time de basquete em que cada pessoa tem sua própria bola de basquete e joga seu próprio jogo. Em tal equipe, ninguém se preocupa com os outros membros, mas cada um está preocupado apenas com a sua própria bola de basquete. Contudo, um time de basquete adequado usa apenas uma bola e joga de forma coordenada. Da mesma forma, em nossas reuniões devemos aprender a funcionar de maneira coordenada como uma equipe, usando apenas uma “bola”. Por exemplo, se um irmão começa a reunião orando, outro irmão deve seguir orando na mesma linha. Em seguida, um terceiro pode escolher um hino apropriado e, depois que o hino for cantado, outro santo pode oferecer uma explicação sobre o hino. Devemos funcionar nas reuniões da mesma maneira que um time de basquete passa a bola.
Reunir e adorar o Senhor dessa maneira requer treinamento. A fim de dirigir um carro, temos de ser treinados. Não podemos dizer que podemos dirigir simplesmente porque temos a vida humana, que tem a capacidade de dirigir. Precisamos praticar a direção. Somente depois de muitas horas de prática podemos dirigir adequadamente um carro. Similarmente, nascemos novamente e recebemos a vida espiritual que tem a capacidade de adorar o Senhor. Contudo, somente ter essa vida não é suficiente; também precisamos da prática. O motivo pela qual frequentemente vamos às reuniões de mãos vazias é que não nos preparamos a nós mesmos antes da reunião. O motivo pelo qual nossas reuniões costumam ser pobres é que não exercitamos nosso espírito para sentir a atmosfera e funcionar em coordenação. Quanto mais praticarmos essas coisas, mais estaremos acostumados a nos reunir dessa maneira.
A fim de funcionar de maneira coordenada, primeiro precisamos aprender a orar. Funcionar em coordenação com os outros depende da maneira como oramos. Segundo, precisamos nos familiarizar com os hinos e saber como usá-los. Depois que alguém ora ou fala uma palavra na reunião, podemos ter o sentimento de continuar com o encargo cantando um hino. Para fazer isso de forma efetiva, temos de ser capazes de encontrar o hino prontamente. Precisamos perceber que os hinos afetam muito a atmosfera das reuniões. Um hino pode levar a reunião aos céus ou a um poço profundo. Portanto, precisamos aprender a usar os hinos de maneira adequada e no momento adequado. (CWWL, 1964, vol. 3, “Basic Principles for the Church Meetings,” ch. 1, pp. 6-7)
07/08 * Ore para que os santos aprendam a falar Cristo uns aos outros com os hinos e a cantar hinos e cânticos espirituais na sua vida diária, a fim de edificar seu espírito e seus sentimentos refinados e ternos para se equiparem a fim de funcionar nas reuniões
Ef 5:18b-19 “mas enchei-vos no espírito, falando uns aos outros com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando e salmodiando com vosso coração ao Senhor.”
Ef 5:191, falando - Os versículos 19-21 modificam a expressão enchei-os no espírito no v.18. Os salmos, os hinos e os cânticos espirituais não são apenas para cantar e salmodiar, mas também são para falarmos uns aos outros. Este falar, cantar, salmodiar, dar graças a Deus (v.20) e sujeitarmo-nos uns aos outros (v.21) não são apenas o transbordar resultante de ser enchido no espírito, mas também o modo de ser enchido no espírito.
Ef 5:192, salmos – Os salmos são poemas longos, os hinos são poemas mais curtos e os cânticos espirituais são poemas ainda mais curtos. Os três são necessários para nos enchermos com o Senhor e transbordarmos com Ele na nossa vida cristã.
Cl 3:16 “Habite ricamente em vós a palavra de Cristo, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos mutuamente com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando a Deus com graça em vosso coração.”
Cl 3:165, ensinando-vos – Ensinando-vos e admoestando-vos e cantando modificam o verbo habitar. Isso indica que a maneira pela qual a palavra de Deus habita ricamente em nós é por meio de ensinar, admoestar e cantar.
Cl 3:167, salmos - Devemos ensinar e admoestar não apenas com palavras, mas também com salmos, hinos e cânticos espirituais.
Hino #1141, estrofes 1, 3-4:
1 Cantaremos louvores a Cristo,
No espírito vamos cantar;
Aleluia, louvamos a Cristo –
Liberdade Jesus vem nos dar.
3 No espírito hoje vivemos,
E assim nossa vida é o Senhor;
Temos gozo e paz na igreja,
Por Jesus libertados da dor.
4 No espírito temos a vida,
No espírito, o renovar;
Se voltarmos da mente ao espír’to,
Vamos Suas riquezas provar.
PORÇÃO DO MINISTÉRIO:
Em Efésios 5:18-19, Paulo diz: “E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos no espírito, falando uns aos outros com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando e salmodiando com vosso coração ao Senhor.” Devemos ser enchidos com o Deus Triúno como o Espírito todo-inclusivo e consumado no nosso espírito. Esse encher ocorre não por meio de falarmos na linguagem comum, mundana, mas por meio de falarmos uns com os outros com salmos, hinos e cânticos espirituais. Em nosso hinário, há muitos bons hinos cheios da verdade. Cada hino, especialmente aqueles escritos por nós, é uma boa mensagem cheia das riquezas de Cristo. Por exemplo, Hino # 501 descreve como Cristo era o Deus infinito na eternidade que, como resplendor de Deus, tornou-se um homem finito, limitado no tempo. Como a própria expressão de Deus, Ele morreu por nós para cumprir a redenção na Sua carne. Depois, Ele se tornou o Espírito que dá vida para ser um conosco. Temos de aprender a falar Cristo com os hinos... Em todas as reuniões devemos usar um hino de maneira viva. (CWWL, 1985, vol. 3, “The Divine Speaking,” ch. 2, p. 287)
Depois que uma pessoa crê no Senhor, ela deve aprender a cantar hinos. É difícil quando um cristão vai a uma reunião, mas não sabe cantar hinos. A oração é frequentemente negligenciada na reunião, mas o cantar dos hinos é ainda mais. Devemos aprender a cantar hinos ...
Você pode aprender dois a três hinos por semana. No início, se você não sabe cantar, pode cantarolar algumas melodias todas as manhãs ou pode arranjar melodias simples para cantarolar o hino. Com isso, você tocará o espírito do hino e aumentará seus sentidos espirituais. Contudo, você ainda precisa aprender a cantar segundo as notas adequadas ...
Os hinos cultivam sentimentos espirituais refinados e ternos no cristão. Espero que todos possamos aprender algo diante de Deus. Se pudermos ir a Deus de maneira refinada e terna, desenvolveremos uma comunhão mais íntima com Deus. Agradeço ao Senhor porque na eternidade todos os nossos sentimentos estarão refinados e ternos. Sabemos que os louvores nos céus são mais do que as orações na terra. As orações irão embora, mas os louvores encherão o universo na eternidade. Naquele dia, todos os nossos sentimentos estarão refinados e ternos. Esse será o dia mais doce e feliz. (CWWN, vol. 48, “Messages for Building Up New Believers (1),” Lesson 15, pp. 227, 244-245)
Dia 06/08: Oração para os santos lembrarem-se do Senhor selecionando hinos e oferecendo louvores à pessoa e à obra do Senhor
Ore para que os santos lembrem-se do Senhor selecionando hinos e oferecendo louvores à pessoa, viver humano, sofrimento, morte, exaltação e glorificação do Senhor
Fp 2:5-11 “Tende em vós esta maneira de pensar que houve também em Cristo Jesus, o qual, existindo em forma de Deus, não considerou o fato de ser igual a Deus como algo precioso a que se apegar, mas esvaziou-se a Si mesmo, tomando a forma de escravo, tornando-se em semelhança de homens; e, sendo encontrado em figura de homem, humilhou-se a Si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz. Por isso também Deus O exaltou extraordinariamente e Lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que no nome de Jesus se dobre todo joelho, dos que estão no céu, na terra e debaixo da terra e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai.”
Hino #86
1 Tu, sendo Deus nos céus sem fim,
Em carne Tu vieste aqui,
Homem humilde, manso, sim;
Recordo-me de Ti!
2 Glória divina lá ficou,
Quando a carne Te cobriu,
Sem ter beleza exterior;
Recordo-me de Ti!
3 És a raiz de seco chão,
Homem de dores, aflição,
Viste desprezo, traição;
Recordo-me de Ti!
4 Simples, humilde galileu,
Sempre sofrendo pelos Teus,
Sem reclamar jamais a Deus;
Recordo-me de Ti!
5 Homem tão doce em Teu ser,
Equilibrado ao viver,
Uma oferta de prazer;
Recordo-me de Ti!
6 Obedecendo só ao Pai,
Não às mentiras infernais,
Nunca se viu alguém igual;
Recordo-me de Ti!
7 Obediente ao Teu Deus,
Sempre disposto a morrer,
Deste por mim o sangue Teu;
Recordo-me de Ti!
8 Por isso Deus Te exaltou,
Glória Te deu, Te fez Senhor,
Terra e céus darão louvor;
Senhor, adoro a Ti!
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
A fim de lembrar-nos do Senhor na reunião da mesa do Senhor, precisamos ver é a pessoa e obra do Senhor que são dignas de nossa lembrança. Primeiro, precisamos ver a pessoa do Senhor, a fim de ver quem Ele é. Temos de ver os dois aspectos da Sua pessoa: Ele é Deus, mas também homem; Ele é o Criador mas também uma criatura. Lembrar-se do Senhor é entrar na presença do Senhor e adorá-Lo.
Segundo, precisamos ver o viver do Senhor na terra. Isso inclui Seu tornar-Se humilde, Sua humilhação e Suas virtudes humanas. Portanto, na mesa do Senhor, primeiro precisamos ver a pessoa do Senhor e então Seu viver humano. A respeito do Seu viver humano, o hino nº 87, diz que o Senhor mostrou a Sua fidelidade a Deus e Seu maravilhoso amor e graça aos homens.
Terceiro, precisamos nos lembrar do sofrimento e da morte do Senhor. Existem muitos hinos sobre a morte do Senhor, tais como os hinos 101, 104 e 95. Também podemos dizer que isso é para nos lembrarmos da obra do Senhor na redenção.
Quarto, precisamos nos lembrar da exaltação do Senhor, incluindo Sua ascensão e glorificação. Nossa lembrança do Senhor consiste basicamente em torno desses quatro pontos principais: Sua pessoa, Seu viver, Seu sofrimento e morte, e Sua ascensão e glorificação. Nós nos lembramos do Senhor pelas coisas que aconteceram no passado e esperamos a Sua volta, que é algo no futuro. Existem outros itens incluídos nesses pontos principais; por exemplo, o nome do Senhor está incluído em Sua exaltação e Ele sendo o Salvador eterno está incluído em Sua pessoa. Além disso, existem muitos itens pequenos, como a humilhação do Senhor, o Senhor lavando os pés de Seus discípulos e o Senhor aparecendo a Maria. No entanto, existem quatro pontos principais: primeiro, a pessoa do Senhor; segundo, o viver humano do Senhor, incluindo todas as Suas situações; terceiro, a morte do Senhor; e quarto, a exaltação do Senhor. (CWWL, 1952, vol. 1, “Guidelines for the Lord’s Table Meeting and the Pursuit in Life,” ch. 4, pp. 266-267)
Dia 05/08: Oração para os santos exercitarem seu espírito a fim de sentir a atmosfera da reunião e aplicarem os hinos no tempo apropriado
Ore para que os santos aprendam a exercitar seu espírito para sentir a atmosfera da reunião, discernir seu foco e aplicar os hinos no momento adequado, seguindo o sentido do seu espírito
Ct 7:4 “O teu pescoço, como torre de marfim; os teus olhos são as piscinas de Hesbom, junto à porta de Bate-Rabim; o teu nariz, como a torre do Líbano, que olha para Damasco.”
Ct 7:41, pescoço - Aqui o Espírito revê sua beleza na sua vontade submissa (pescoço) trabalhada pela obra transformadora do Espírito por meio de sofrimentos para o cumprimento da vontade de Deus, na expressão do seu coração que está aberto à luz, limpo, cheio de descanso e acessível (olhos como piscinas - cf. 1:15; 4:1; 5:12), e em seu sentido espiritual de discernimento elevado e aguçado (nariz - cf. Fp 1:9-10; Hb 5:14).
Fp 1:9-10 “E por isto oro: que o vosso amor transborde ainda mais e mais no pleno conhecimento e em todo discernimento, para que, examinando, aproveis as coisas que diferem por serem mais excelentes, a fim de que sejais puros e sem ofensa para o dia de Cristo.”
Hino #866, estrofes 1-2, 9-10:
1 Exercita o espír’to!
Não o vão pensar,
E te junta a outros
Para o Corpo honrar.
2 Exercita o espír’to!
Deixa os ritos vãos;
Compartilha Cristo
Co’os demais irmãos.
9 Pelo espír’to, Cristo
Vem Se atestar,
Pelo espír’to o homem
Pode-se fartar.
10 Exercita o espír’to!
Cheio de fervor;
Disso precisamos,
Guia-nos, Senhor!
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
Uma vez que estamos na reunião, precisamos aprender a sentir a atmosfera da reunião exercitando o nosso espírito, que é o nosso “nariz” espiritual. No Antigo Testamento, uma pessoa que tinha um defeito ou problema no nariz não era qualificada para servir a Deus como sacerdote (Lv 21:17-18; cf Ct 7:4b). Isso significa que, para servirmos como sacerdotes de Deus, nosso nariz espiritual deve estar aguçado para que possamos sentir a condição espiritual de uma situação particular. Sem esse sentido aguçado, não podemos servir como sacerdotes. Quando funcionamos nas reuniões, estamos servindo a Deus, e a primeira coisa que é necessária em tal serviço é o exercício do nosso espírito para sentir a atmosfera da reunião.
Cada reunião tem uma atmosfera particular. Por exemplo, uma reunião de casamento tem uma atmosfera feliz e alegre. Seria impróprio chorar e prantear em tal reunião. Do contrário, prantear em uma reunião de funeral seria adequado, porque há um elemento de tristeza na atmosfera de uma reunião de funeral. Em uma reunião da mesa do Senhor, podemos sentir o amor do Senhor por nós, mas na semana seguinte a reunião pode estar repleta da glória de Deus. Se sentirmos que a atmosfera está repleta de glória, devemos louvar o Senhor por Sua glória ou escolher um hino sobre Sua glória. Se no dia do Senhor seguinte a atmosfera estiver focada nos sofrimentos de Cristo, devemos orar ou escolher um hino a respeito dos sofrimentos de Cristo. Contudo, muitas vezes não sentimos a atmosfera da reunião e, consequentemente, fazemos coisas que não se encaixam na atmosfera. Suponha que a atmosfera de uma reunião esteja repleta da glória de Deus, mas um irmão repentinamente indica um hino a respeito dos sofrimentos de Cristo. Isso não se encaixaria na atmosfera. Portanto, antes de fazermos uma oração ou indicarmos um hino, devemos exercitar o nosso espírito para sentir a atmosfera da reunião. (CWWL, 1964, vol. 3, “Basic Principles for the Church Meetings,” ch. 1, p. 5)
Além disso, a fim de aplicar os hinos no momento apropriado, precisamos seguir a atmosfera da reunião. Se a atmosfera da reunião é solene, um hino de alegria, um hino de regozijo, não corresponderia à atmosfera. Portanto, a indicação de um hino adequado no momento adequando depende de quanto conseguimos sentir a atmosfera da reunião. (CWWL, 1979, vol. 2, “Basic Lessons on Service,” Lesson 4, p. 29)
Dia 04/08: Oração para os santos serem diligentes em aprender os hinos a fim de selecionar hinos apropriados nas reuniões
Ore para que os santos aprendam diligentemente os hinos segundo a sua categoria, conteúdo, pensamento central, foco, sensação, sabor e melodia para que possam selecionar os hinos apropriados nas reuniões, especialmente na reunião da mesa do Senhor
Cl 3:16 “Habite ricamente em vós a palavra de Cristo, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos mutuamente com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando a Deus com graça em vossos corações.”
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
A fim de indicar os hinos apropriados na reunião da mesa, precisamos aprender a conhecer os hinos primeiro em suas categorias. O índice do nosso hinário pode nos ajudar com isso, uma vez que categoriza todos os hinos. Então, precisamos ler e até estudar o conteúdo dos hinos. Também precisamos descobrir o pensamento central, o foco, de cada hino. Finalmente, precisamos conhecer os hinos quanto a sua sensação e sabor. Cada hino tem a sua própria sensação, portanto tem o seu próprio sabor. Quando você conhece os hinos nesses quatro aspectos - em suas categorias, conteúdo, foco, sensação e sabor - você conhece os hinos completamente. (CWWL, 1979, vol. 2, “Basic Lessons on Service,” Lesson 4, p. 28)
Selecionar hinos em uma reunião envolve muitos detalhes. A fim de selecionar hinos, precisamos de conhecimento em dois aspectos. Primeiro, temos de conhecer as categorias de hinos: alguns hinos são para louvar, alguns para oração, alguns para luta espiritual, alguns para edificação, alguns para a pregação do evangelho, alguns para tocar o Espírito, alguns para lembrar do Senhor e alguns para adorar o Pai. Temos de ter conhecimento das diferentes categorias dos hinos se quisermos selecionar os hinos adequados em uma reunião. De outra forma, é provável que cometamos erros na seleção de hinos. Segundo, temos de entender a progressão da reunião. Isso pode ser comparado às quatro estações do ano. Para cada estação, usamos roupas de espessuras diferentes. Vestimos roupas leves no verão, que esquentam um pouco no outono, e que esquentam mais no inverno. Da mesma forma, os hinos que selecionamos em uma reunião devem ser totalmente segundo a atmosfera e o curso da reunião. Portanto, ao selecionar os hinos, temos de estar claros quanto às diferentes categorias de hinos e também conhecer a atmosfera e a progressão de uma reunião. (CWWL, 1952, vol. 1, “Guidelines for the Lord’s Table Meeting and the Pursuit in Life,” ch. 2, p. 246)
Temos de primeiro nos familiarizar com o índice do hinário. Devemos lembrar claramente como os hinos são classificados. Se você entende o princípio da classificação, memorize a natureza e o uso de cada categoria e saiba a localização de cada hino, você prontamente encontrará o hino desejado quando você precisar.
Encontre um hino que seja mais aplicável a você e aprenda-o. Entenda as palavras e a pontuação e descubra como os pensamentos do compositor se desdobram do início ao fim. Seu coração tem de estar aberto. Você tem de ter sentimentos sensíveis, uma vontade flexível, e uma mente clara. (CWWN, vol. 48, “Messages for Building Up New Believers (1),” Lesson 15, p. 244)
03/08 - Ore para que os santos aprendam a selecionar hinos nas reuniões, especialmente na reunião da mesa do Senhor, segundo o propósito dos hinos e o princípio para a seleção de hinos
Mt 26:30 “E, tendo cantado um hino, saíram para o monte das Oliveiras.”
1Co 14:26 “Que fazer, pois, irmãos? Quando vos reunis, cada um tem salmo, tem ensinamento, tem revelação, tem outra língua, tem interpretação. Seja tudo feito para edificação.”
Hino #513, coro:
Cristo é tudo em todos,
Cristo cantarei;
Tudo está em Cristo,
E Cristo tudo é.
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
Os hinos são para a expressão de sentimentos. Não podemos cantar um hino que expresse um certo sentimento se não tivermos um sentimento. Devemos encontrar um hino que melhor expresse nossos sentimentos. Portanto, devemos aprender como selecionar hinos. Isso significa que quando tocamos uma determinada atmosfera, segundo o sentimento predominante na reunião, devemos selecionar um hino do hinário que melhor expressa esse sentimento. Quando escolhemos um hino dessa maneira, o sentimento será expresso e fluirá por meio do cantar da congregação. Esse é o princípio de selecionar hinos...
Para selecionar hinos, devemos primeiro saber o propósito dos hinos. Por que precisamos cantar hinos em uma reunião? Os hinos que os irmãos e as irmãs normalmente selecionam mostram que não sabemos o propósito de selecionar hinos e não sabemos que um hino é um poema. Um poema é para a expressão de sentimentos. Os chineses dizem que um poema é uma inspiração. Um poema é diferente de uma dissertação. Enquanto uma dissertação pode ser escrita de acordo com uma linha de pensamento, um poema requer inspiração. Ser inspirado é ser despertado por um sentimento. Temos de ser tocados antes de escrever um poema. Sem qualquer sentimento, não haverá poema. Um poema, um hino, é a expressão do nosso sentimento. Quando nos reunimos para escolher os hinos, temos de nos apegar firmemente a esse segredo.
Há sempre uma atmosfera quando os santos se reúnem. Precisamos aprender a sentir a atmosfera, o sentimento. Quando tocamos a atmosfera, o sentimento, podemos selecionar um hino apropriado da nossa memória que corresponda ao sentimento que temos. No final de uma reunião, se percebermos que o sentimento dos irmãos e irmãs é que o Senhor Jesus é exaltado, devemos cantar “Tudo está em Cristo, E Cristo tudo é.” (Hino # 513, coro) Esse hino pode expressar o sentimento de exaltação a Cristo dos irmãos e das irmãs.
Uma vez que um hino é para a expressão de sentimentos, devemos tocar o sentimento daqueles que estão cantando quando selecionamos um hino. Se um hino corresponder ao sentimento daqueles que estão cantando, eles serão libertos e expressarão seu sentimento interior por meio do hino. Portanto, devemos estar familiarizados com os hinos. Devemos perguntar: “Qual é o sentimento desse hino em particular? O sentimento é transmitido de forma adequada?” Precisamos estar familiarizados com esses pontos; então, quando tocamos um certo sentimento em uma reunião, seremos capazes de selecionar um hino da nossa memória. Então, o sentimento de todos será expresso por meio de cantar. (CWWL, 1952, vol. 1, “Guidelines for the Lord’s Table Meeting and the Pursuit in Life,” ch. 4, pp. 261, 264)
02/08 - Ore para que, como filhos regenerados de Deus, os santos tenham um tempo definido e maneira de adorar o Pai, sendo o tempo após a lembrança do Senhor na mesa do Senhor, e a forma de adorar o Pai sob a liderança de Cristo como seu Irmão mais velho
Hb 2:12 “dizendo: Declararei o Teu nome aos Meus irmãos; no meio da igreja cantarei hinos de louvor a Ti.”
Hb 2:123, cantarei - Refere-se ao louvor do Primogênito ao Pai dentro dos muitos filhos do Pai nas reuniões da igreja. Quando nós, os muitos filhos de Deus, nos reunimos como a igreja e louvamos o Pai, o Primogênito O louva no nosso louvor. Não se trata de Ele louvar o Pai sozinho e sem nós; antes, Ele louva dentro de nós e conosco por meio do nosso louvor. No nosso canto, Ele canta hinos de louvor ao Pai. Se não cantamos, como pode Ele fazê-lo? Quanto mais cantamos ao Pai, mais desfrutamos a Sua presença, o Seu mover, a Sua unção e a Sua infusão de vida em nós. Assim, cresceremos Nele e seremos introduzidos na Sua glorificação acima de tudo.
Mt 26:26-30 “E, enquanto comiam, tomou Jesus um pão e, abençoando-o, o partiu e o deu aos discípulos, dizendo: Tomai, comei; isto é o Meu corpo. E tomou um cálice e, tendo dado graças, o deu a eles, dizendo: Bebei dele todos; porque isto é o Meu sangue da aliança, que é derramado por muitos, para perdão de pecados. Mas digo-vos: De agora em diante, de nenhum modo beberei deste produto da videira, até aquele dia em que o beba, novo, convosco no reino de Meu Pai. E, tendo cantado um hino, saíram para o monte das Oliveiras.”
Mt 26:301, cantado – Um hino em louvor ao Pai entoado pelo Senhor com Seus discípulos após a mesa do Senhor.
Hino #50, estrofes 1, 4:
1 Pai, o Teu Filho louva-Te em nós
Após a santa festa terminar;
Como é doce Seu louvor a Ti,
E somos um com Ele ao louvar.
4 Pai, nos unindo ao Teu Filho aqui,
Louvamos com satisfação sem fim;
Nós festejamos em Teu santo amor,
Teu doce nome nós provamos, sim.
PORÇÃO DO MINISTÉRIO:
Salmo 22... profetiza que após a Sua ressurreição Cristo retornaria para declarar o nome de Seu Pai aos Seus irmãos e louvaria o Pai no meio da congregação (v. 22). Essa profecia foi cumprida no dia da ressurreição, quando o Senhor apareceu a Maria e disse: “...vais aos Meus irmãos e dize-lhes: Subo para Meu Pai e vosso Pai, e meu Deus e vosso Deus” (Jo 20:17). Depois, naquela noite, Ele apareceu aos discípulos e soprou neles, dizendo: “Recebei o Espírito Santo” (v. 22). Isso indica que Ele soprou a Si mesmo nos discípulos de modo que sempre que os discípulos louvavam o Pai, Ele tomava a liderança dentro dos discípulos. Em outras palavras, Ele era capaz de louvar o Pai nos Seus irmãos, no meio da igreja. Assim, depois de nos lembrarmos do Senhor na mesa do Senhor, precisamos adorar o Pai sob a liderança do nosso Irmão mais velho, Cristo. Nosso Irmão mais velho que habita em nós deve tomar a liderança para louvar o Pai, e devemos simplesmente segui-Lo e expressar o nosso louvor ao Pai.
Outra passagem que confirma esse princípio é Mateus 26:26-30, que diz que depois de comerem do pão e do cálice da mesa do Senhor, o Senhor e Seus discípulos cantaram um hino. Esse hino era um louvor ao Pai. Depois de cantar um hino ao Pai, eles foram para o Monte das Oliveiras. No Monte das Oliveiras, o Senhor buscou a face do Pai e teve comunhão com o Pai (vv. 39-44). Isso indica que, depois de comermos o pão e bebermos o cálice, devemos permitir que o Senhor nos leve ao Pai para que adoremos o Pai.
Visto que o Senhor nos redimiu, precisamos ter um tempo e uma maneira definida para nos lembrar do Senhor. Esse tempo definido é na reunião da mesa do Senhor, e a maneira como nos lembramos Dele é comendo o pão e bebendo o cálice. Contudo, por sermos os filhos regenerados de Deus, também precisamos ter um tempo e uma maneira definida para adorar o Pai. O tempo definido para a adoração ao Pai é após a nossa lembrança do Senhor na reunião da mesa do Senhor, e a maneira de adorá-Lo é adorar sob o liderar de Cristo como o nosso Irmão mais velho. Isso é o que Hebreus 2, Salmo 22 e Mateus 26 indicam. Se fizermos isso, nossa adoração na reunião da mesa do Senhor será completa.
Uma porção adequada de tempo deve ser reservada para a adoração ao Pai... Se gastarmos muito tempo passando o pão e o cálice, não haverá tempo suficiente para a adoração ao Pai. (CWWL, 1964, vol. 3, “Basic Principles for the Church Meetings,” ch. 5, pp. 28-29, 31)
Dia 01/08: Oração para os santos, ao lembrarem-se do Senhor, anunciarem a Sua morte e expressarem o anelo pela Sua volta
Ore para que os santos lembrem-se do Senhor anunciando a Sua morte e expressando o anelo pela Sua volta
1Co 11:26 “Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice anunciais a morte do Senhor, até que Ele venha.”
Mt 26:29 “Mas digo-vos: De agora em diante, de nenhum modo beberei deste produto da videira, até aquele dia em que o beba, novo, convosco no reino de Meu Pai.”
HInos #221, estrofe 4 e coro:
4 Tu és a porção eterna
E o antegozo aqui;
Aguardamos o Teu reino,
Apressando-Te a vir.
Ao voltares, em Teu reino,
Nova festa vamos ter;
Com os vencedores todos,
Tua Noiva vamos ser.
Eis a mesa santa!
Símbolos sagrados!
O que ela representa
Insondável é.
PORÇÃO DO MINISTÉRIO:
Na reunião da mesa do Senhor não nos lembramos da morte do Senhor, mas anunciamos, proclamamos, exibimos a morte do Senhor. Primeira aos Coríntios 11:26 diz: "Todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que Ele venha." Aqui temos o pão que representa o corpo do Senhor, e temos o cálice que representa o sangue do Senhor. Na mesa a morte do Senhor é anunciada, porque o cálice está separado do pão; ou seja, o sangue está separado do corpo. Comemos o pão e bebemos o cálice para anunciar a morte do Senhor, porque sempre que o sangue está separado do corpo, isso é morte. Toda vez que comemos o pão e bebemos o cálice, não nos lembramos da morte do Senhor, mas anunciamos a Sua morte para todo o universo, especialmente para os principados e potestades nas regiões celestiais.
Também nos lembramos do Senhor na Sua mesa para expressar nosso anelo pela Sua volta. Primeira aos Coríntios 11:26b diz que anunciamos a morte do Senhor até que Ele venha. Enquanto anunciamos a morte do Senhor, expressamos o nosso anelo pela segunda vinda do Senhor. Em Mateus 26:29, o Senhor disse: “de nenhum modo beberei deste produto da videira, até aquele dia em que o beba, novo, convosco no reino de Meu Pai”. Essa é a manifestação do reino dos céus, no qual o Senhor beberá conosco após a Sua volta. Quando nos lembramos do Senhor e anunciamos a Sua morte, expressamos o nosso anelo de que o Senhor voltará em breve. (CWWL, 1979, vol. 2, “Basic Lessons on Service,” Lesson 3, pp. 21-22)
A Escritura citada aqui diz que devemos nos lembrar do Senhor e exibir a Sua morte até que Ele venha. Isso implica que, quando partimos o pão para nos lembrar do Senhor e exibir a Sua morte, ao mesmo tempo estamos aguardando a Sua volta. Isso mostra que devemos exibir a morte do Senhor e, assim, lembrar-nos Dele no espírito e na atmosfera de aguardar pela Sua vinda. (Life Lessons, vol. 2, Lesson 16, p. 31)
31/07 - Ore para que os santos aprendam a distribuir adequadamente o pão e o cálice quando a lembrança do Senhor alcançar um nível elevando e dando graças ao Senhor
Lc 22:19-20 “E, tomando um pão, deu graças, o partiu e lhes deu, dizendo: Isto é o Meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de Mim. Semelhantemente, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança estabelecida no Meu sangue que é derramado por vós.”
Hino #221, estrofes 1-3 e coro:
1 Graças pela Tua mesa
Com o vinho e pão, Senhor;
Nela aqui Te desfrutamos,
Como festa de amor.
Este pão aqui demonstra
O Teu corpo que se deu,
E o vinho simboliza
O Teu sangue que verteu.
Eis a mesa santa!
Símbolos sagrados!
O que ela representa
Insondável é.
2 Tua morte redentora
Tua vida dispensou;
Para Te provarmos hoje,
Te entregaste, ó Senhor.
Pelo pão e vinho vamos
Tua morte anunciar;
Ao comer-Te e beber-Te,
De Ti vamos nos lembrar.
3 Pelo pão, que simboliza
A igreja, o Corpo aqui,
Num só elo, com Teus membros
Temos comunhão em Ti.
Pelo cálice da bênção,
Que ora vimos bendizer,
Temos comunhão do sangue
Com aqueles que têm fé.
PORÇÃO DO MINISTÉRIO:
A distribuição adequada do pão e do cálice também requer nosso aprendizado. Devemos distribuir o pão e o cálice nem muito cedo nem muito tarde. Isso é mais ou menos como servir uma refeição. O prato principal não é servido logo no início da refeição, nem depois de terminada a sobremesa. Isso é muito cedo ou muito tarde.
Precisamos distribuir o pão e o cálice quando a lembrança do Senhor chegar ao nível elevado. Isso significa que a atmosfera da nossa lembrança do Senhor alcançou o ponto mais elevado.
Além disso, é melhor distribuir o pão e o cálice dando graças ao Senhor. Recebemos o pão e o cálice principalmente de maneira silenciosa. É melhor receber o pão que vem do Senhor dando-Lhe graças. Lucas 22:19a diz que o Senhor tomou o pão e deu graças.
O foco desta lição é expresso na seguinte afirmação: a lembrança adequada do Senhor depende da nossa prática adequada. (CWWL, 1979, vol. 2, “Basic Lessons on Service,” Lesson 4, pp. 29-30)
30/07 - Ore para que os santos abençoem o Senhor bendizendo Sua pessoa e obra, dirigindo-se ao Senhor diretamente
Sl 103:1 “Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e tudo o que há em mim bendiga ao Seu santo nome.”
Ap 5:12-13 “dizendo em alta voz: Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor. E ouvi toda criatura que há no céu, sobre a terra, debaixo da terra e sobre o mar, e tudo o que neles há, dizendo: Àquele que está sentado no trono e ao Cordeiro, seja o louvor, e a honra, e a glória, e o domínio pelos séculos dos séculos.”
Hino #501, estrofes 1-3 e coro:
1 Glorioso Jesus Salvador,
És o divinal resplendor;
Deus infinito, eternal,
Contudo, homem temporal.
Oh! Cristo, expressão de Deus!
Abundante, rico e bom!
O Deus que ao homem se mesclou
Meu tudo em mim se tornou.
2 Em Ti há plen’tude de Deus,
Manifestas glória de Deus;
Vieste em carne nos remir,
Buscando ao homem Te unir.
3 O que é do Pai, sim, é Teu,
O que és no Espír’to é meu;
Real o Espírito Te faz,
De Ti experiências traz.
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
Na reunião da mesa do Senhor, devemos abençoar o Senhor bendizendo Sua pessoa e obra. Bendizer significa louvar falando as coisas boas. Aqui, precisamos usar Apocalipse 5:13 como referência: “toda criatura que há no céu, sobre a terra, debaixo da terra e sobre o mar, e tudo o que neles há, dizendo: Àquele que está sentado no trono e ao Cordeiro, seja o louvor, e a honra, e a glória, e o domínio pelos séculos dos séculos.”…
Seria útil elencar alguns dos pontos principais a respeito da Sua pessoa, tais como a Sua divindade, a Sua humanidade e o Seu status como o Filho de Deus, o Filho do Homem, o Salvador, o Redentor, o Santificador, o Espírito que dá vida, o Senhor, etc. Temos de tentar o melhor a fim de mostrar os diferentes itens da pessoa do Senhor para que os santos possam ser ajudados em seu louvor. Em seguida, também temos que mostrar os vários aspectos da obra do Senhor, tais como a Sua obra redentora, a Sua obra salvadora, a Sua obra santificadora, a Sua obra transformadora, etc. Temos de abençoar o Senhor de modo a louvá-Lo, bendizendo-O.
Na seção de lembrar do Senhor, todos os nossos louvores devem ser dirigidos diretamente ao Senhor Jesus Cristo, o Filho de Deus.
A fim de dirigir nossos louvores diretamente ao Senhor Jesus, o Filho de Deus, precisamos ter a percepção da economia da Trindade Divina. Mateus 28:19b diz que somos batizados no nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Segunda Coríntios 13:14 refere-se ao amor de Deus, à graça de Cristo e à comunhão do Espírito Santo. Esses versículos revelam a economia da Trindade Divina para dispensar a Si mesmo no Seu povo escolhido e redimido.
Precisamos aprender a diferenciar os nomes do Senhor dos nomes do Pai. No nosso tempo pessoal, seria bom ler os hinos # 65 a # 80, a respeito dos nomes do Senhor. A fim de nos dirigirmos ou louvarmos ao próprio Senhor diretamente, precisamos saber Seus nomes. (CWWL, 1979, vol. 2, “Basic Lessons on Service,” Lesson 4, pp. 27-28)
Dia 29/07: Oração para os santos aprenderem a agradecer e louvar o Senhor na Sua mesa, sem oferecer orações de súplicas a Ele
Ore para que os santos aprendam a oferecer ação de graças ao Senhor na Sua mesa a fim de lembrar-se Dele com muito exercício do seu espírito e por meio de digerir os hinos no seu louvor sem oferecer orações de súplicas a Ele
1Co 11:24-25 “e, tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de Mim. Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança estabelecida no Meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de Mim.”
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
Deve haver somente orações de ação de graças e de louvor, não orações de súplica, na reunião do partir do pão. Orações de súplica devem ser deixadas para a reunião de oração. Na reunião do partir do pão, devemos somente nos lembrar do Senhor, dando graças e louvores a Ele. Orações de súplica prejudicam a reunião e arruínam a atmosfera da reunião. (CWWL, 1959, vol. 3, “Lessons for New Believers,” Lesson 11, p. 148)
A fim de lembrar-nos do Senhor (1Co 11:24-25) temos de louvá-Lo, não orando a Ele. Lembrar do Senhor na Sua mesa é mediante louvor em vez de oração.
Não vamos à reunião da mesa do Senhor para pedir ao Senhor que faça coisas por nós...
Temos de impressionar os santos de que é totalmente inapropriado orar ao Senhor na mesa do Senhor quando estamos nos lembrando Dele. Em vez disso, temos de louvá-Lo, abençoá-Lo e falar bem a respeito de Sua pessoa. (CWWL, 1979, vol. 2, “Basic Lessons on Service,” Lesson 4, p. 27)
Na mesa do Senhor, não devemos orar pedindo ao Senhor para fazer coisas por nós, mas certamente precisamos louvar. Louvar requer muito exercício do espírito. Precisamos aprender a louvar o Senhor depois de cantar um hino. Podemos simplesmente gritar, declarar e citar coisas do hinário de maneira mecânica. Mas se os santos forem mais ricos e mais fortes, eles não citarão somente do hinário. Eles louvarão o Senhor com o pensamento do hino, recompondo alguns dos termos e frases. Precisamos aprender a digerir um hino em nosso louvor. Esse tipo de digestão de um hino é mais vivo e informal.
Na reunião da mesa do Senhor, precisa haver mais louvor. Em vez de louvar, os santos podem simplesmente ler do hinário. Eles têm de aprender a ir além da mera leitura de um hino para digerir um hino. Em vez de meramente ler: Que vida plena! Oh, que paz! (Hino # 499), podemos falar: “Ó Senhor, na Tua vida desfrutamos da paz. Que paz desfrutamos!” Podemos digerir os termos de um hino e torná-los um louvor vivo ao Senhor. (CWWL, 1979, vol. 2, “Basic Lessons on Service,” Lesson 5, p. 38)
28/07 - Ore para que os santos façam tudo na reunião da mesa - seja o cantar e o falar dos hinos, oração e louvor, leitura da Bíblia ou palavras de inspiração - tomando o Senhor como o centro e transbordando com as suas experiências pessoais de Cristo
Lc 22:19-20 “E, tomando um pão, deu graças, o partiu e lhes deu, dizendo: Isto é o Meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de Mim. Semelhantemente, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança estabelecida no Meu sangue que é derramado por vós.”
Jo 20:14-18 “Tendo dito isso, voltou-se para trás e viu Jesus em pé, mas não sabia que era Jesus. Perguntou-lhe Jesus: Mulher, por que choras? A quem procuras? Ela, supondo ser Ele o jardineiro, respondeu-Lhe: Senhor, se Tu O tiraste, dize-me onde O puseste, e eu O levarei. Disse-lhe Jesus: Maria! Ela, voltando-se, Lhe disse, em hebraico: Raboni! (Que quer dizer Mestre). Disse-lhe Jesus: Não Me toques; pois ainda não subi para o Pai, mas vai aos Meus irmãos e dize-lhes: Subo para Meu Pai e vosso Pai, e Meu Deus e vosso Deus. Foi Maria Madalena anunciar aos discípulos: Vi o Senhor! e que Ele lhe dissera essas coisas.”
Hino #863, estrofes. 1-3, 5
1 No andar diário e em cada reunião,
Cristo é o centro e toda provisão;
Visam a Cristo as nossas reuniões,
E não a formas ou doutrinas vãs.
2 Cristo é o caminho, Cristo é a luz,
Nele andamos e Ele nos conduz;
Cristo: água viva para nos saciar,
E o alimento para nos fartar.
3 Cristo: verdade para se atestar,
Cristo: a vida pra se ministrar;
É o Senhor, O engrandecemos nós,
É o Cabeça, O exaltamos nós.
5 Vamos, ao entoar e ao orar,
Cristo, a realidade, expressar;
Tudo fazendo nessa comunhão,
Cristo iremos exibir então.
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
A reunião do partir do pão não tem outra finalidade senão lembrar do Senhor com a lembrança do Senhor como seu centro para o desfrute do Senhor. Tudo nesta reunião, seja canto de hinos, oração, leitura da Bíblia ou palavras de inspiração, deve ter o Senhor como o centro, falando sobre Sua pessoa e obra, Seu amor e virtudes, Sua vida ou sofrimento na terra, ou Sua honra ou glória no céu, para que outros possam considerar ou perceber essas coisas a fim de se lembrar-se do próprio Senhor. Em tal reunião, devemos pensar no Senhor em nossos corações e contemplar o Senhor em nosso espírito para que sejamos inspirados com respeito ao Senhor. Depois, expressaremos nossa inspiração por meio de cânticos, orações, leitura da Bíblia, ou palavras, de modo que o sentimento de toda a reunião seja direcionado ao Senhor para que todos façam memória do Senhor. (Life Lessons, vol. 2, Lesson 16, pp. 27-28)
Todos esses versículos [Jo 20:11-18; Lc 24:1-36] mostra como muitos dos discípulos nos primeiros dias, antes de estarem nas reuniões, tiveram algumas experiências estranhas, maravilhosas e preciosas de Cristo. Também precisamos ter esse tipo de experiências pessoais do nosso querido Senhor em nossa vida diária. Então, quando vamos à reunião, temos algo borbulhando e transbordando de nós como um testemunho a todos os outros. Temos algo como nossas experiências de Cristo para falar na reunião. Sabem, muitas vezes quando compartilhamos na reunião algo das nossas experiências com o Senhor, enquanto falamos, o próprio Jesus está conosco; estamos tão conscientes da Sua presença em nosso meio. No nosso andar diário, precisamos de uma porção extra de um contato doce com o Senhor Jesus para que possamos ter algo para trazer à reunião. Tome esse princípio e pratique-o. Dia após dia, devemos ter algum contato pessoal, íntimo e doce com o Senhor Jesus.
Muitas vezes, tive o mesmo tipo de experiência que aqueles dois irmãos que iam para Emaús. Muitas vezes, quando abria a Bíblia, parecia que não conseguia ver Jesus na Palavra, mas depois de um tempo, era tão maravilhoso; Jesus apareceu. Meu coração estava borbulhando e queimando no meu interior; então, de repente, parecia que Ele havia desaparecido, e fiquei muito desanimado. Você já teve esse tipo de experiência? Então, senti que tinha de ir à reunião e falar aos irmãos que contato pessoal e maravilhoso tive com Jesus naquele dia e como Ele parecia ter desaparecido. Quando fui à reunião e enquanto dava esse testemunho, lá estava Jesus! Muitas vezes é assim. Precisamos das doces experiências pessoais do Cristo ressuscitado em nosso andar diário. (CWWL, 1969, vol. 1, “How to Meet,” ch. 3, p. 123)
Dia 27/07: Oração para os santos virem à mesa do Senhor com o propósito de lembrar-se do próprio Senhor
Ore para que os santos venham à mesa do Senhor com o propósito de lembrar-se do próprio Senhor, tendo a lembrança do Senhor como o centro para o Seu desfrute
1Co 11:24-25 “E, tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o Meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança estabelecida no Meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de Mim.”
Hino #204:
1 Reunidos em Teu nome,
Cristo, vemos só a Ti;
Que alegria na presença
Tua entre nós aqui!
2 Que amor, é infinito,
O amor do Pai por Ti;
Ó Senhor, apreciamos
O que Ele vê em Ti.
3 Alegria e descanso,
Que prazer Deus tem em Ti;
Só Tu podes entender o
Que Teu Pai achou em Ti.
4 Como Deus, Teu Pai, amou-Te!
Filho Amado Te chamou;
Mas, por nós, sacrificou-Te –
Tua morte nos salvou.
5 Cantaremos de alegria
Ao Te vermos como és!
Ó Senhor Jesus, Teu nome
É tão doce para Deus.
6 Mil canções de alegria,
Doces hinos de louvor,
Salmos de sublime glória,
Para sempre ao Senhor.
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
Aqui temos de falar uma palavra forte para corrigir um conceito errado. Muitos cristãos pensam que ter a mesa do Senhor é lembrar-se da Sua morte. Isso está errado. Não estamos indo a fim de lembrar-se da morte, mas para lembrar-se do próprio Senhor. O Senhor nos disse para fazer isso em memória Dele, não da Sua morte. Nós nos lembramos da Pessoa, do próprio Senhor. Esse é o ponto central da reunião da mesa do Senhor.
A reunião da mesa do Senhor é para lembrar-se do Senhor, portanto, quaisquer hinos, testemunhos ou mensagens que distraem as pessoas do Senhor, da Pessoa, não são apropriados. Na reunião da mesa do Senhor, alguém pode pedir um hino sobre lutar a batalha, ou no meio da reunião da mesa do Senhor, alguém pode dar um testemunho de como foi resgatado do seu sofrimento. Isso pode ser bom em outro tipo de reunião, mas não é adequado na reunião da mesa do Senhor. Um irmão pode vir à mesa do Senhor com um bom versículo que ele apreciou no seu reavivamento matinal. Ele poderia vir com esse bom versículo para dar às pessoas um bom ensinamento sobre o arrependimento e a salvação. Isso está errado. Tal ensinamento não é para a reunião da mesa do Senhor, mas para uma reunião da pregação do evangelho. A reunião da mesa do Senhor está concentrada na Pessoa do Senhor, então todos os hinos, todos os louvores e todos os falares devem ser concentrados no próprio Senhor. Todas as distrações do foco da mesa do Senhor devem ser evitadas. (CWWL, 1979, vol. 2, “Basic Lessons on Service,” Lesson 2, pp. 14-15)
Dia 26/07: Oração para os santos oferecerem a adoração que satisfaz o Pai na reunião da mesa do Senhor
Ore para os na última seção da reunião da mesa do Senhor, os santos se exercitem a fim de oferecer a verdadeira adoração que satisfaz o Pai, a verdadeira adoração que Ele está procurando e que está em Sua economia, a adoração que é em espírito e com Cristo como as ofertas
Jo: 4:23-24 “Mas vem a hora, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e veracidade; porque o Pai também procura a tais que assim O adorem. Deus é Espírito, e é necessário que os que O adoram O adorem em espírito e veracidade”
Hino #11, estrofes 1, 7-8
1 Espír’to verdadeiro és,
E o mais santo, ó Pai;
Nós, em verdade e espírito,
Te vamos adorar.
7 No espír’to vamos Te adorar,
A Ti nos dirigir,
‘Té nosso espír’to liberar
E assim Te refletir.
8 Ó Pai, queremos Te louvar,
Pois és Espírito;
Real adoração terás
Em nosso espírito.
PORÇÃO DO MINISTÉRIO:
Por mais de quarenta anos, tenho travado a batalha com respeito à verdadeira adoração a Deus. Essa batalha ainda não foi ganha, pois em nossas reuniões ainda podemos ver certas coisas tradicionais. Não temos tanta realidade de Cristo como nossas ofertas. Toda vez que você vem a uma reunião da igreja, você deve vir com Cristo como a sua oferta pelo pecado e também como a sua oferta de holocausto ou oferta de manjares. Na realidade, todos nós devemos vir às reuniões com Cristo como todas as ofertas...
A maneira de adoração praticada por muitos grupos cristãos é composta de elementos tradicionais... Embora não sigamos essa ordem em nossa adoração, ainda podemos estar sob muita influência da tradição. Portanto, precisamos nos exercitar para ter o tipo de adoração que satisfaz o Pai. A adoração que Deus Pai deseja é em espírito e com Cristo como a realidade das ofertas. (CWWL, 1982, vol. 2, “The Fulfillment of the Tabernacle and the Offerings in the Writings of John,” ch. 15, p. 180)
A adoração que Deus Pai procura pode e deve ser praticada na reunião da mesa do Senhor. O Pai tem procurado essa adoração por séculos, e muitos crentes também a procuraram. A última seção da mesa do Senhor é a adoração ao Pai. Devemos sempre procurar melhorar a nossa adoração ao Pai para que Ele possa ter o que está procurando.
Embora desfrutemos das reuniões da mesa do Senhor, podemos não estar claros sobre o que torna a adoração ao Pai preciosa. É precioso quando a reunião não é “crua”, mas resulta do crescimento até chegar à maturidade mediante treinamento e prática. A adoração nas reuniões de muitos grupos cristãos hoje é “crua”, tradicional ou velha. Se nossas reuniões resultam do crescimento até chegar à maturidade mediante aprendizado e treinamento, a adoração nelas será única e preciosa...
O Senhor nos mostrou que a verdadeira adoração ao Pai, que é revelada em João 4:23-24, está intimamente relacionada a beber o Senhor como a água viva, que Ele mencionou previamente no mesmo capítulo (vv. 10, 14). Na realidade, essas duas coisas são uma só. Quando estamos satisfeitos por beber o Senhor como a água viva, e vamos ao Pai com essa satisfação, essa é a adoração que o Pai está buscando. Pelo fato de o Senhor ter usado o título “o Pai” ao falar de adoração em João 4:23, essa é uma questão relacionada à Sua economia - Seu dispensar. Essa é a adoração no dispensar divino e está diretamente ligada ao nosso beber do Senhor como a água viva que satisfaz. (CWWL, 1979, vol. 1, “Fellowship During Various Lord’s Day Meetings,” ch. 6, p. 151-152)
25/07 - Ore para que os santos vejam e experimentem a progressão de lembrar-se do Senhor para adorar o Pai segundo a experiência espiritual de vir ao Senhor e ser conduzido por Ele ao Pai
Hb 2:10-12 “Porque convinha que Aquele, para quem são todas as coisas e por meio de quem são todas as coisas, ao conduzir muitos filhos à glória, aperfeiçoasse, por meio de sofrimentos, o Autor da salvação deles. Pois tanto O que santifica como os que são santificados vêm todos de Um só; por esta causa Ele não se envergonha de chamá-los irmãos, dizendo: “Declararei o Teu nome aos Meus irmãos; no meio da igreja cantarei hinos de louvor a Ti.”
Jo 14:6 “Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a realidade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por Mim.”
Ef 2:18 “porque, por meio Dele, em um só Espírito, ambos temos acesso ao Pai.”
1Jo 2:23b “Aquele que confessa o Filho tem também o Pai.”
Hino #48
1 Deus Pai, Te bendizemos,
Gloriamo-nos em Ti;
Além da morte estamos
Com o Teu Filho aqui,
Que como homem vive,
Na glória de esplendor,
Em Tua infinda graça,
Em Teu eterno amor.
2 Tu és Seu Pai e nosso,
Seu Deus e nosso Deus;
Ele é Teu Filho amado,
Prazer, deleite Teu,
Que faz participarmos
De tudo o que tem,
Do Teu amor e graça,
Teu rosto ver também.
3 Teu envolvente amor, Pai,
Jamais acabará;
Centrado está em Cristo
Tal grande amor sem par.
No Filho, Tua glória
E amor descanso têm;
Teus filhos – e irmãos Seus –
A bênção Nele obtêm.
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
Hebreus 2:10-12 diz: “Porque convinha que Aquele, para quem são todas as coisas e por meio de quem são todas as coisas, ao conduzir muitos filhos à glória, aperfeiçoasse, por meio de sofrimentos, o Autor da salvação deles. Pois tanto O que santifica como os que são santificados vêm todos de Um só; por esta causa Ele não se envergonha de chamá-los irmãos, dizendo: “Declararei o Teu nome aos Meus irmãos; no meio da igreja cantarei hinos de louvor a Ti.” O Senhor é Aquele que santifica, e nós somos santificados. Além disso, tanto Ele como nós somos de Um, isto é, do Pai. Por essa razão o Senhor não se envergonha de chamar-nos irmãos.
Nesses versículos, o Senhor revela que Ele é nosso irmão, que somos irmãos Dele e que Ele declarará o nome do Pai a nós e cantará hinos de louvor ao Pai no meio da igreja. Em termos práticos, isso não ocorre durante a reunião de oração, a reunião ministerial ou a reunião de pregar o evangelho, mas durante a reunião da mesa do Senhor. Além disso, o momento adequado para o Pai ser louvado não é no início ou no meio da reunião da mesa, mas no final. Em princípio, é errado adorar o Pai antes de nos lembrarmos do Senhor, porque em nossa experiência espiritual primeiro não vamos ao Pai, mas ao Filho, e então o Filho nos leva ao Pai (Jo 14:6; Ef 2:18).
De acordo com a nossa experiência, o Espírito nos buscou quando ainda éramos pecadores e nos conduziu à cruz para encontrar com o Filho, e então o Filho nos conduziu ao Pai (Lc 15; 1Pe 1:2). Esse princípio é mostrado em 1Co 12:3, que diz: “Ninguém pode dizer: Jesus é o Senhor! A não ser no Espírito Santo”, indicando que o Espírito Santo nos conduz ao Senhor. Além disso, 1Jo 2:23 diz: “Todo aquele que nega o Filho também não tem o Pai; aquele que confessa o Filho tem também o Pai”, indicando que o Filho nos conduz ao pai. Portanto, primeiro precisamos ir ao Filho para que Ele nos conduza ao pai. Segundo esse princípio, devemos primeiro nos lembrar do Senhor na reunião da mesa do Senhor e, então, no final da reunião, permitir que o Senhor tome a iniciativa de adorar o Pai. Então nós, como irmãos de Cristo, podemos nos juntar ao nosso irmão mais velho a fim de adorar o Pai com Ele. (CWWL, 1964, vol. 3, “Basic Principles for the Church Meetings,” ch. 5, pp. 27-28)
24/07 - Ore para que os santos lembrem-se do Senhor, não por meio de meditar Nele com a sua mente, mas por meio de contatá-Lo, comê-Lo e bebê-Lo com o seu espírito
Jo 4:24 “Deus é Espírito, e é necessário que os que O adoram O adorem em espírito e veracidade”
Lc 22:19-20 “E, tomando um pão, deu graças, o partiu e lhes deu, dizendo: Isto é o Meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de Mim. Semelhantemente, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança estabelecida no Meu sangue que é derramado por vós.”
Hinos, #233, estrofes 5-6:
5 O partilhar do vinho e pão
Ao Teu dulçor nos faz chegar;
No espír’to recebendo a Ti,
Teu próprio ser nos vem saciar.
6 Comer, beber queremos mais,
E Te ganhar no interior,
Até, mui plenos, ter de Ti
Real recordação, Senhor.
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
No passado, quando nos lembrávamos do Senhor, muitos de nossos conceitos eram religiosos e muito da nossa lembrança estava em nossa mente. Cada vez que vínhamos à mesa do Senhor, contemplávamos o Senhor como sendo Deus, tornando-Se carne, vivendo na terra por trinta e três anos e meio, morrendo na cruz, ressuscitando em três dias, ascendendo ao trono, e esperando para retornar. Sempre nos lembrávamos do Senhor dessa maneira - nós O adorávamos e meditávamos Nele em nossa mente. Contudo, o Senhor disse que Ele é Espírito e que aqueles que O adoram devem adorar em espírito e veracidade (Jo 4:24). Somente quando usamos o nosso espírito e estamos em nosso espírito podemos tocar o Senhor, adorar o Senhor e genuinamente nos lembrarmos do Senhor.
A lembrança genuína do Senhor é receber o Senhor e permitir que Ele entre novamente em nós. O Senhor disse: “Isto é o Meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de Mim... Este cálice é a nova aliança estabelecida no Meu sangue que é derramado por vós” (Lc 22:19-20). Comemos o pão, que representa o corpo do Senhor, e bebemos o cálice, que representa o sangue do Senhor. Fazemos isso em memória do Senhor. Nosso comer e beber do Senhor é a nossa lembrança do Senhor. O Senhor não quer que meditemos Nele ou O contatemos com a nossa mente; antes, o Senhor deseja que O contatemos, comamos e bebamos com o nosso espírito. Quando Ele foi morto por nós na cruz, Ele derramou Seu sangue e libertou Sua vida. O pão e o copo que tocamos exteriormente representam o Seu corpo que foi dado por nós e o Seu sangue que foi derramado por nós. Isso significa que Ele morreu e a Sua vida foi liberada do Seu interior. Agora, não apenas recebemos o pão e o copo visíveis exteriormente, mas, ao mesmo tempo, também tocamos e recebemos o próprio Senhor em nosso espírito. Nós permitimos que Ele entre em nós de forma fresca, e de novo O ganhamos, O recebemos e O desfrutamos. O Senhor disse que isso é para ser "em memória de Mim". (CWWL, 1952, vol. 1, “Guidelines for the Lord’s Table Meeting and the Pursuit in Life,” ch. 1, p. 235)
22/07 - Ore para que os santos lembrem-se do Senhor por meio de comer o corpo do Senhor e beber o sangue do Senhor, e assim comer e beber o próprio Senhor
Lc 22:19-20 “E, tomando um pão, deu graças, o partiu e lhes deu, dizendo: Isto é o Meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de Mim. Semelhantemente, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança estabelecida no Meu sangue que é derramado por vós.”
Jo 6:54-57 “Quem come a Minha carne e bebe o Meu sangue tem a vida eterna, e Eu o ressuscitarei no último dia. Pois a Minha carne é verdadeira comida, e o Meu sangue é verdadeira bebida. Quem come a Minha carne e bebe o Meu sangue permanece em Mim, e Eu nele. Assim como o Pai, que vive, Me enviou, e Eu vivo pelo Pai, também quem de Mim se alimenta viverá por causa de Mim.”
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
Na Bíblia, o Senhor não nos diz para meditar Nele em nossa memória Dele. O que então o Senhor disse? Enquanto comia a Páscoa final, “E, tomando um pão, deu graças, o partiu e lhes deu, dizendo: Isto é o Meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de Mim.” (Lc 22:19). O Senhor não disse aos discípulos que na mesa do Senhor eles tinham que aquietar seus corações para meditar Nele em memória Dele. Antes, o Senhor disse: “Isto é o Meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de Mim.” O que o Senhor indicou foi que fazer memória Dele é comê-Lo. A memória na Bíblia não é meditação. Em primeiro lugar, é comer. O que comemos? Comemos o corpo do Senhor.
O versículo 20 continua: “Semelhantemente, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança estabelecida no Meu sangue que é derramado por vós”. O Senhor quis dizer que queria que eles bebessem o cálice em sua memória. Portanto, o que é fazer memória do Senhor? Nós nos lembramos do Senhor quando comemos o corpo do Senhor e bebemos o sangue do Senhor. Fazer memória do Senhor na Bíblia é comer e beber do Senhor. Lembrar-se do Senhor é comer o corpo do Senhor e beber o sangue do Senhor.
O que significa comer o corpo do Senhor e beber o sangue do Senhor? Comer o corpo do Senhor e beber Seu sangue é comer e beber do próprio Senhor. Uma pessoa pode dizer: “Eu comi um pouco de frango”. Como ele conseguiu comer o frango? Sem morte e sem derramamento de sangue, a galinha não poderia ter entrado nele. A razão pela qual o Senhor Jesus pode entrar em nós e se tornar nosso alimento é que Ele morreu e derramou o Seu sangue.
Um dia o Senhor Jesus disse aos judeus: “Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará” (João 6:27). Isso quer dizer que os judeus não deveriam procurar comer pão e se fartar, porque o pão é meramente comida física e temporária. Em vez disso, deveriam buscar o alimento que permanece para a vida eterna. O pão que o Senhor daria era a Sua carne, mas os judeus não O compreendiam. Como resultado, eles contenderam uns com os outros, dizendo: "Como pode este dar-nos a comer a Sua carne?" (v. 52). Então o Senhor Jesus disse: “Quem come a Minha carne e bebe o Meu sangue tem a vida eterna... Pois a Minha carne é verdadeira comida, e o Meu sangue é verdadeira bebida. Quem come a Minha carne e bebe o Meu sangue permanece em Mim e Eu nele” (vv. 54-56). Então muitos dos Seus discípulos disseram: “Dura é essa palavra; quem a pode ouvir?” (v.60). Isso porque eles estavam cheios de seus conceitos naturais.
O que é comer a carne do Senhor e beber o sangue do Senhor? Comer a carne do Senhor e beber o Seu sangue é tomar o Senhor ao nosso interior por meio de comer e beber Dele. O Senhor é vida. Portanto, quando Ele entra em nós, a vida eterna entra em nós. (CWWL, 1952, vol. 1, “Guidelines for the Lord’s Table Meeting and the Pursuit in Life,” ch. 1, pp. 232-234)
21/07 - Ore para que os santos lembrem-se do Senhor e O satisfaçam introduzindo o reino, sendo eles mesmos e tudo o que se relaciona a eles introduzidos numa relação adequada com a administração de Deus, que é a ênfase na ceia do Senhor - o aspecto vertical
1Co 11:24-25 “e, tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o Meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança estabelecida no Meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de Mim.”
Mt 26:29 “Mas digo-vos: De agora em diante, de nenhum modo beberei deste produto da videira, até aquele dia em que o beba, novo, convosco no reino de Meu Pai.”
Hino #221, estrofes 1-2 e coro
1 Graças pela Tua mesa
Com o vinho e pão, Senhor;
Nela aqui Te desfrutamos,
Como festa de amor.
Este pão aqui demonstra
O Teu corpo que se deu,
E o vinho simboliza
O Teu sangue que verteu.
Eis a mesa santa!
Símbolos sagrados!
O que ela representa
Insondável é.
2 Tua morte redentora
Tua vida dispensou;
Para Te provarmos hoje,
Te entregaste, ó Senhor.
Pelo pão e vinho vamos
Tua morte anunciar;
Ao comer-Te e beber-Te,
De Ti vamos nos lembrar.
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
Primeira Coríntios 11:24 e 25 dizem: “E, tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o Meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança estabelecida no Meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de Mim.”...
Ter a ceia do Senhor em memória Dele significa que a temos com o propósito de nos lembrar Dele. Mas ter a ceia do Senhor para memória Dele significa que a temos com o resultado de que nos lembramos Dele...
Lembrar-se do Senhor apenas superficialmente não O satisfaz. Ele fica satisfeito quando temos a ceia de tal forma que ela resulta na memória Dele. Simplesmente lembrar-se do Senhor é superficial, mas participar da ceia do Senhor com o resultado de que nos lembramos Dele é profundo. Lembrar-se do Senhor é algo temporário. Pode durar somente enquanto comemos a ceia. Enquanto comemos dela, lembramo-nos Dele. Porém comer da Sua ceia com o resultado de que nos lembramos Dele implica que a memória vem e também permanece depois que acabamos de comer. Portanto, a memória é a continuação do comer. Comer resulta em memória e a memória é a continuação do comer.
A palavra de Paulo no capítulo onze está relacionada com o que o Senhor disse em Mateus 26:29: “Mas digo-vos: De agora em diante, de nenhum modo beberei deste produto da videira, até aquele dia em que o beba, novo, convosco no reino de Meu Pai”. Isso se encontra em Mateus, o Evangelho do reino. O reino é questão da administração de Deus. Comer da ceia do Senhor tem de resultar em memória que está intimamente relacionada com a administração de Deus.
Em outras palavras, quando comemos da ceia do Senhor, o resultado deve ser satisfação para Ele. Isso ocorre quando o reino é introduzido, quando nós mesmos e tudo o que se relaciona conosco somos introduzidos numa relação adequada com a administração de Deus. Isso não é algo que pode acontecer em uma hora. Pode ser cumprido somente por um processo ainda por vir. Esse processo vindouro é, na verdade, o reino de Deus, Sua administração, realizado na terra. (Estudo-Vida de 1 Coríntios, msg 56, pág. 495 – 498)
20/07 - Ore para que os santos experimentem e desfrutem a comunhão com os santos no Corpo místico de Cristo e testifiquem a unidade do Seu Corpo místico, que está enfatizado ao participar da mesa do Senhor – o aspecto horizontal
1Co 10:16-17 “O cálice da bênção que abençoamos não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos não é a comunhão do corpo de Cristo? Há somente um pão, e nós, embora muitos, somos um só Corpo; porque todos participamos do único pão.”
Hino 221, estrofe 3 e coro
3 Pelo pão, que simboliza
A igreja, o Corpo aqui,
Num só elo, com Teus membros
Temos comunhão em Ti.
Pelo cálice da bênção,
Que ora vimos bendizer,
Temos comunhão do sangue
Com aqueles que têm fé.
Eis a mesa santa!
Símbolos sagrados!
O que ela representa
Insondável é.
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
Primeira aos Coríntios 11:23-25 nos mostra que a ênfase em comer a ceia do Senhor é a memória do Senhor, enquanto que primeira aos Coríntios 10:16-17 e 21 nos diz que a ênfase em participar da mesa do Senhor é a comunhão com os santos.
Na reunião do partir do pão, comemos o único pão, que representa o corpo de Cristo, e bebemos o único cálice, que representa o sangue de Cristo. Nosso comer e partilhar do único pão e nosso beber e partilhar do único cálice implicam em comunhão mútua. Temos essa comunhão por causa do corpo do Senhor e do sangue do Senhor. Portanto, tal comunhão se torna a comunhão do sangue de Cristo e a comunhão do corpo de Cristo. Dessa forma, quando comemos e bebemos juntos, partilhando o pão e o cálice do Senhor, "participamos da mesa do Senhor" (1Co 10:21). Nessa mesa, partilhamos o corpo do Senhor e o sangue do Senhor com todos os santos e temos comunhão uns com os outros. O sangue de Cristo, que desfrutamos juntos, remove todas as barreiras entre os santos. O pão, que partilhamos e que simboliza o corpo individual de Cristo, entra em nós para tornar-nos o único pão, representando o único Corpo coletivo de Cristo. No aspecto de comer a ceia do Senhor, o pão se refere ao corpo individual do Senhor, que Ele deu por nós na cruz, enquanto no aspecto de participar da mesa do Senhor, o pão aponta para o Corpo coletivo do Senhor, que Ele constituiu com todos os santos regenerados por meio da Sua ressurreição dentre os mortos. O primeiro é físico e foi morto e dado por nós; o último é místico e é constituído com todos os santos na ressurreição do Senhor. Portanto, cada vez que partimos o pão, por um lado nos lembramos do Senhor e O desfrutamos recebendo o corpo que Ele deu por nós na cruz; por outro lado, desfrutamos o Corpo místico que Ele produziu por meio da Sua ressurreição dentre os mortos, tendo comunhão com todos os santos nesse Corpo místico e testificando a unidade desse Corpo místico. Esse não é apenas um relacionamento entre nós e o Senhor, mas também um relacionamento entre nós e todos os santos. (Life Lessons, lesson 17, pp. 114-115)
19/07 - Ore para que os santos tomem a ceia do Senhor para a administração de Deus ao discernir o Corpo
1Co 11:27-29 “Por isso, todo aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e, assim, coma do pão, e beba do cálice. Pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe julgamento para si mesmo.”
Hino, #1107, estrofes 1-2 e coro:
1 Senhor, aqui Teu Corpo reunido,
Embora muitos, somos todos um;
A Tua vida nos tornou Teus membros,
E nessa vida somos todos um.
No universo um só Corpo há;
Na terra, em nós, vem se expressar.
Nesta cidade, todos o verão:
O Corpo é um – oh! que visão!
2 Um pão aqui Teu corpo simboliza,
Partido para ser-nos a porção.
E declaramos nossa unidade
Quando o comemos junto dos irmãos.
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
Temos enfatizado que quando temos a mesa do Senhor, nós O desfrutamos, e quando comemos a ceia do Senhor, nós O satisfazemos lembrando-nos Dele e cuidando da administração de Deus. Mas de que forma cuidamos de Sua administração? É discernindo o Corpo. Muitos cristãos não têm ideia do que significa discernir o Corpo.
Discernir o Corpo é primeiro perceber que Cristo tem um só Corpo místico. Olhe, porém, para a situação entre os cristãos hoje. Quantas divisões há! Cada denominação e grupo tem seu próprio pão. Alguns até vão mais longe insistindo que se você não for batizado por eles na água deles, não poderá participar do pão deles. Quando nos achegamos à ceia do Senhor, precisamos discernir o Corpo para determinar se o pão sobre a mesa representa o único Corpo místico de Cristo. Isso é de grande importância.
O único Corpo místico de Cristo é o meio de Deus executar Sua administração. O propósito eterno de Deus é ter um grupo de pessoas salvas, redimidas e regeneradas que se tornaram um, para ser um Corpo orgânico a fim de executar Sua administração. O estratagema sutil de Satanás porém é cortar o Corpo em pedaços. Isso estorva a administração de Deus. Enquanto estamos numa divisão, estamos acabados no que diz respeito à administração de Deus. Por esse motivo, o cristianismo de hoje se tornou inútil no tocante a executar a administração divina. Os cristãos podem pregar o evangelho para salvar almas, ou ensinar a Bíblia para ajudar os outros a conhecer a Palavra, mas isso não é absolutamente adequado para executar a administração de Deus. Para a execução da administração divina é preciso o único Corpo, o Corpo místico. Por perceber isso, odiamos divisões e cabalmente nos opomos a elas...
Precisamos discernir se o pão sobre a mesa representa o Corpo místico de Cristo ou se tipifica divisão. Se o pão representa certo grupo ou denominação facciosos, não devemos tomá-lo porque discernimos o Corpo. Discernir o Corpo dessa forma é reconhecer que ele é totalmente diferente de qualquer coisa facciosa. Discernimos o Corpo de tal forma para levar a cabo a administração de Deus. (Estudo-Vida 1 Coríntios, msg 54, pág. 483-484, 486)
18/07 - Ore para que os santos cuidem da ceia do Senhor para Sua administração, na maneira de examinar-se a si mesmo a fim de que sejam dignos de lembrar do Senhor
1Co 11:27-28 “Por isso, todo aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e, assim, coma do pão, e beba do cálice”
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
Com relação à ceia do Senhor, Paulo usa duas palavras cruciais: examinar e discernir. O versículo 28 diz: “Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e, assim, coma do pão, e beba do cálice”. Examinar-nos é ver se estamos comendo do pão e bebendo do cálice de forma digna ou indigna. Quando Paulo escreveu essa Epístola, alguns dos crentes em Corinto comiam a ceia do Senhor de forma indigna, não percebendo que o cálice e o pão eram incomuns e diferentes da comida normal. Temos de perceber que o cálice representa o sangue do Senhor derramado na cruz pelos nossos pecados. Assim, não devemos bebê-lo de forma comum ordinária, mas bebê-lo de maneira que mostre que percebemos que não é uma bebida comum. Devemos considerar o pão do mesmo modo...
Precisamos perceber, quando bebemos o cálice e comemos o pão, que esses são sinais solenes, santos e divinos. O cálice representa o sangue precioso de nosso querido Senhor derramado na cruz pelos nossos pecados, e o pão tipifica o corpo que Ele deu por nós na cruz. Por isso, não devemos tratá-los de forma descuidada. Comer e beber descuidadamente é participar da ceia do Senhor de forma indigna. Precisamos provar a nós mesmos para ter certeza que não somos indignos de participar da ceia do Senhor. Examinar a nós mesmos é para que sejamos dignos de lembrar do Senhor.
Sempre que nos achegamos à mesa do Senhor, não devemos apenas desfrutar o Senhor, mas nos lembrar Dele examinando a nós mesmos. Precisamos perguntar se estamos vivendo de forma digna de comer da ceia do Senhor. Nunca devemos tomar o sangue e corpo do Senhor de forma descuidada. Pelo contrário, devemos perceber que os sinais na mesa representam o sangue precioso e o corpo do Senhor. Então precisamos perguntar a nós mesmos se vivemos e nos comportamos de forma digna de comer essa ceia. Isso é lembrar do Senhor. (Estudo-Vida de 1 Coríntios, msg. 54, pág. 485-486)v
Dia 17/07: Oração para os santos verem a partir da ceia do Senhor como a igreja é uma ponte conectando as duas vindas do Senhor
Ore para que os santos vejam a partir da ceia do Senhor como a igreja é uma ponte conectando a morte do Senhor e a Sua segunda vinda, de tal modo que a igreja continua a morte do Senhor e introduz Sua volta com a meta de estabelecer o Seu reino
1Co 11:26 “Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que Ele venha.”
Mt 26:29 “Mas digo-vos: De agora em diante, de nenhum modo beberei deste produto da videira, até aquele dia em que o beba, novo, convosco no reino de Meu Pai.”
Dn 7:13-14 “Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do Homem, e dirigiu-se ao Ancião de Dias, e o fizeram chegar até ele. Foi-lhe dado domínio, e glória, e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas o servissem; o seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o seu reino jamais será destruído.”
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
Em [1 Coríntios 26], temos a morte e a vinda do Senhor. Entre esses dois eventos, há um intervalo, uma lacuna que é preenchida pela igreja. Podemos dizer que a igreja é uma ponte que conecta a morte do Senhor a Sua vinda. Assim, a igreja preenche uma profunda lacuna. Isso quer dizer que a igreja continua a morte do Senhor e introduz Sua volta. Sem a igreja, essa lacuna não seria preenchida. Não haveria como ligar a morte do Senhor com Sua vinda.
O objetivo da primeira vinda de Cristo foi Sua morte, mas qual será o objetivo de Sua segunda vinda? A resposta a essa pergunta está em Mateus 26:29. Aqui, ao estabelecer Sua ceia, o Senhor nos diz que não beberia do fruto da videira até que o bebesse conosco no reino de Seu Pai. Isso indica que Sua segunda vinda tem um objetivo: o reino.
Cada vinda do Senhor tem um objetivo. O objetivo da primeira vinda era morrer a fim de cumprir a redenção todo-inclusiva. O objetivo da segunda vinda é estabelecer o reino de Deus.
Não devemos dar pouca importância às palavras de Paulo: “anunciais a morte do Senhor, até que Ele venha”, e não devemos compreendê-las de maneira superficial. É muito importante o que ele escreveu nessas palavras. Ele não as redigiu segundo sua opinião. No versículo 23, ele diz: “Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei”. O que ele disse aos coríntios foi o que recebera do Senhor. Esse é o motivo de eu mencionar para vocês Mateus 26. Ao estabelecer Sua ceia, o Senhor de fato falou de Sua volta com relação ao reino do Pai.
É crucial que vejamos que há duas vindas de Cristo. Em Sua primeira vinda, algo grandioso foi realizado: Sua morte para levar a cabo uma redenção todo-inclusiva. Depois disso, Cristo foi receber o reino. Isso é revelado no Novo Testamento e também no livro de Daniel. Em Daniel 7:13 e 14, o profeta contemplou “que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do Homem, e dirigiu-se ao Ancião de Dias, e o fizeram chegar até ele. Foi-lhe dado domínio, e glória, e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas o servissem; o seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o seu reino jamais será destruído”. Em Lucas 19:12, o Senhor, numa parábola, refere-se a Si mesmo como “Certo homem de nobre origem” que “partiu para uma terra distante, a fim de tomar posse de um reino e voltar” (Lc 19:12). Ademais, de acordo com o livro de Daniel e também os Evangelhos, o Senhor voltará depois de receber o reino. Ele voltará com o reino e o estabelecerá para a administração universal de Deus. (Estudo-Vida de 1 Coríntios, msg 56, pág. 500-501)
Dia 16/07: Oração para os santos verem a diferença entre a mesa do Senhor e a ceia do Senhor
Ore para que os santos sejam elevados na sua visão, vendo a importante diferença entre a mesa do Senhor para nosso desfrute do Senhor em comunhão e a ceia do Senhor para satisfazê-Lo, para dar-Lhe a nossa memória
1Co 10:21 “beber o cálice do Senhor... participar da mesa do Senhor...”
1Co 11:20 “Quando, pois, vos reunis no mesmo lugar, não é a ceia do Senhor que comeis”
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
Concernente à memória do Senhor, Paulo usa o termo “a mesa do Senhor” em 10:21 e “a ceia do Senhor” em 11:20. Há uma importante diferença entre esses dois itens. Não devemos pensar que já entendemos esses termos, mas devemos perguntar por que ele fala de mesa do Senhor no capítulo dez e ceia do Senhor no onze.
A mesa do Senhor se refere ao desfrute do Senhor em comunhão. Assim, ela representa o desfrute para participação, para comunhão. Ao dizer que temos a mesa do Senhor, queremos dizer que desfrutamos o Senhor na Sua comunhão. Isso visa ao nosso desfrute e satisfação. Já a ceia do Senhor visa à satisfação Dele; é em memória Dele. Com relação à mesa e à ceia do Senhor, há mutualidade. A mesa do Senhor é para o nosso desfrute, mas a ceia do Senhor é para o desfrute Dele. Às vezes, podemos dizer: “Senhor, chegamos à Tua mesa e dela participamos”. Isso indica que desfrutamos o Senhor. Outras vezes, podemos dizer: “Somos gratos a Ti porque podes ter Tua ceia”. Isso indica que nos lembramos do Senhor para Seu desfrute e satisfação...
Através dos anos, ficamos profundamente impressionados com o significado da mesa do Senhor. Sabemos que o corpo físico de Jesus foi dado com vistas ao cumprimento de nossa redenção para que O desfrutemos em comunhão. Portanto, frequentemente oramos: “Senhor, obrigado pelo Teu sangue remissor. Obrigado por redimir-nos derramando Teu sangue. Senhor, obrigado também porque deste Teu corpo na cruz para levar nossos pecados, morrer por nós e desse modo aniquilar a velha criação. Senhor, agora desfrutamos Tua mesa aqui. Deste a Ti mesmo por meio da morte e agora, em ressurreição, estás na mesa para nosso desfrute”. Agora também precisamos ficar impressionados com o fato de que comer a ceia do Senhor visa satisfazê-Lo. É com o fim de recordar-nos Dele. Isso implica que estamos aqui para levar a cabo a administração de Deus. Para que ela seja levada a cabo, precisamos importar-nos com a unidade do único Corpo místico de Cristo. Ter tal preocupação nos preservará no Corpo e nos separará de toda e qualquer divisão. Se tivermos essa compreensão da ceia do Senhor, não ficaremos divididos por coisa alguma. Antes, permaneceremos no único Corpo místico, o meio de Cristo levar a cabo Seu ministério celestial para o cumprimento da administração divina. (Estudo-Vida 1 Coríntios, msg 54, pág.480, 484-485)
15/07 - Ore para que os santos vejam que chegar à mesa do Senhor é entrar na boa terra e desfrutar Cristo como a boa terra
1Co 10:16-17 “O cálice da bênção que abençoamos não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos não é a comunhão do corpo de Cristo? Há somente um pão, e nós, embora muitos, somos um só Corpo; porque todos participamos do único pão.”
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
Sempre que chegamos à mesa do Senhor para desfrutar o Cristo todo-inclusivo, em nossa experiência estamos na boa terra desfrutando as suas riquezas. Isso quer dizer que a boa terra se tornou uma mesa, uma festa, para nosso desfrute. Nessa mesa, nessa festa, ficamos satisfeitos e Deus também fica satisfeito. Se virmos isso, vamos perceber que entrar na boa terra é chegar-se à mesa do Senhor. Essa é uma palavra por demais animadora: Louvado seja o Senhor, porque quando nos achegamos à mesa, entramos na boa terra!
Nossa compreensão da mesa do Senhor tem sido limitada pela influência de nosso passado religioso e também pelos conceitos naturais. Por causa dessa influência, podemos pensar que chegar-se à mesa do Senhor é meramente ir a uma reunião que tem por centro uma mesa com um pão e um cálice. Podemos não ter qualquer percepção em nosso espírito de que ao chegar à mesa e desfrutá-la, estamos desfrutando Cristo como a terra todo-inclusiva.
Você sabe como os filhos de Israel estabeleceram o reino de Deus na terra e como edificaram o Seu santuário? Eles fizeram isso por meio do desfrute das riquezas da boa terra. Visto que desfrutaram essas riquezas, eles puderam derrotar seus inimigos. As riquezas da terra não só os capacitaram a viver mas também os fortaleceram para lutar e introduzir o reino de Deus. Além disso, as riquezas da terra os supriram do que precisavam para edificar o santuário de Deus. Portanto, tanto o reino de Deus como o santuário vieram a existir por intermédio do desfrute das riquezas da boa terra. Essas riquezas eram a fonte do viver dos filhos de Israel. Elas também lhes foram o suprimento para derrotar o inimigo, estabelecer o reino de Deus e edificar o Seu santuário. Um dia, a glória de Deus desceu e encheu esse santuário. Esse foi o resultado consumado do desfrute das riquezas da boa terra.
A experiência dos filhos de Israel na boa terra tipifica nosso desfrute de Cristo hoje. Ele é nossa boa terra e os diversos aspectos das riquezas de Cristo são tipificados pelo produto dela. Se desfrutarmos o rico suprimento de Cristo, seremos capazes de vivê-Lo. Também seremos fortalecidos para derrotar os inimigos. Os inimigos são sempre derrotados quando desfrutamos Cristo. Além do mais, por meio do desfrute das riquezas de Cristo, o reino de Deus é estabelecido na igreja, e o santuário é edificado como habitação de Deus. Todas essas questões: viver a vida cristã, derrotar o inimigo, estabelecer o reino de Deus e edificar a casa de Deus, são consequência do desfrute das riquezas de Cristo.
Agora precisamos ver que essas riquezas são expostas na mesa do Senhor. Portanto, a mesa é uma festa para nosso desfrute. Muitos de nós têm participado da mesa do Senhor por anos a fio, mas nunca tiveram essa compreensão da mesa. É fundamental que compreendamos que chegar à mesa significa desfrutar Cristo como a boa terra. (Estudo-Vida 1 Coríntios, msg. 50, pág. 448-449)
Dia 14/07: Oração para os santos verem que, ao instituir a mesa, o Senhor Jesus fez aliança com os crentes do Novo Testamento
Ore para que os santos vejam que a nova aliança prometida a Israel em Jeremias 31:31-34 foi absolutamente, cabalmente e completamente cumprida pelo Senhor Jesus quando Ele estabeleceu a Sua mesa e que ao instituir a mesa, Ele fez uma aliança com os crentes do Novo Testamento
Jr 31:31, 33-34 “Eis aí vêm dias, diz o SENHOR, em que firmarei nova aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá... Porque esta é a aliança que firmarei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o SENHOR: Na mente, lhes imprimirei as Minhas leis, também no coração lhas inscreverei; eu Serei o Seu Deus, e eles serão o Meu povo. Não ensinará jamais cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece ao SENHOR, porque todos Me conhecerão, desde o menor até ao maior deles, diz o SENHOR. Pois perdoarei as suas iniquidades e dos seus pecados jamais Me lembrarei.”
Mt 26:26-28 “E, enquanto comiam, tomou Jesus um pão e, abençoando-o, o partiu e o deu aos discípulos, dizendo: Tomai, comei; isto é o Meu corpo. E tomou um cálice e, tendo dado graças, o deu a eles, dizendo: Bebei dele todos; porque isto é o Meu sangue da aliança, que é derramado por muitos, para perdão de pecados.”
Mc 14:22-25 “E, enquanto comiam, tomou Jesus um pão e, abençoando-o, o partiu e lhes deu, dizendo: Tomai; isto é o Meu corpo. E tomou um cálice, deu graças, e o entregou a eles; e todos beberam dele. Então lhes disse: Isto é o Meu sangue da aliança, que é derramado por muitos. Em verdade vos digo que de nenhum modo beberei mais do produto da videira, até aquele dia em que o beba, novo, no reino de Deus.”
Lc 22:19-20 “E, tomando um pão, deu graças, o partiu e lhes deu, dizendo: Isto é o Meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de Mim. Semelhantemente, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança estabelecida no Meu sangue que é derramado por vós.”
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
O conteúdo da nova aliança é o Deus Triúno, que foi processado e consumado para se tornar tudo para o povo escolhido de Deus. Essa nova aliança foi prometida a Israel em Jeremias 31:31-34 (cf. Hb 8:8-13), e foi absolutamente, cabalmente e completamente cumprida pelo Senhor Jesus quando Ele estabeleceu a Sua mesa (Mt 26:26-29; Mc 14:22-25; Lc 22:19-20; 1 Cor. 11:23-26). Ao instituir a mesa, o Senhor Jesus fez uma aliança com os crentes do Novo Testamento. (Life-study of Jeremiah, msg. 39, p. 256)
Marcos 14:22 diz: “E, enquanto comiam, tomou Jesus um pão e, abençoando-o, o partiu e lhes deu, dizendo: Tomai; isto é o Meu corpo”. Eles comiam a ceia do Salvador-Servo, após ter comido a Páscoa nos versículos 16 a 18. Ele iniciou essa nova festa, que era para que os crentes se lembrassem Dele, em substituição à festa da Páscoa do Antigo Testamento, que era para que os eleitos se lembrassem da salvação de Jeová (Êx 12:14; 13:3).
Essa nova festa do novo testamento visa à memória do Salvador-Servo, comendo-se o pão, que representa Seu corpo dado em favor dos crentes (1Co 11:24), e bebendo-se o cálice, que representa Seu sangue derramado em favor dos pecados deles (Mt 26:28)... Assim, à medida que se lembram Dele, exibem Sua morte redentora e transmissora de vida (1Co 11:26 — o sangue separado do corpo anuncia Sua morte), testificando a todo o universo Sua rica e maravilhosa salvação.
Nos versículos 23 e 24 lemos: “E tomou um cálice, deu graças, e o entregou a eles; e todos beberam dele. Então lhes disse: Isto é o Meu sangue da aliança, que é derramado por muitos”. Em Êxodo 24:3-8, Deus fez com o Israel redimido uma aliança (Hb 9:18-21), que se tornou o antigo testamento, base de Seu relacionamento com Seus redimidos na dispensação da lei. Por meio de Sua morte, segundo a vontade de Deus (Hb 10:7, 9-10), o Salvador-Servo veio realizar a redenção eterna de Deus em favor de Seus escolhidos; e, com Seu sangue, instituiu nova aliança, superior (Hb 8:6-13), que após Sua ressurreição tornou-se o novo testamento (Hb 9:16-17), baseado na qual Deus pode ser um com Seus redimidos e regenerados na dispensação da graça. Essa nova aliança substituiu a antiga e ao mesmo tempo mudou a antiga dispensação de Deus em Sua nova dispensação. O Salvador-Servo queria que Seus seguidores conhecessem isso, e levassem uma vida baseada nisso e segundo isso após Sua ressurreição. (Estudo-Vida de Marcos, msg 43, pág. 417-419)
13/07 - Ore para que, com base no tipo da Páscoa, os santos vejam a importância da mesa do Senhor em levar a cabo o mover de Deus e sejam encorajados a guardar com seriedade essa festa semanal
1Co 11:23-26 “Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; e, tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança estabelecida no Meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de Mim. Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha.”
Nm 9:1-5 “Falou o SENHOR a Moisés no deserto do Sinai, no ano segundo da sua saída da terra do Egito, no mês primeiro, dizendo: Celebrem os filhos de Israel a Páscoa a seu tempo. No dia catorze deste mês, ao crepúsculo da tarde, a seu tempo a celebrareis; segundo todos os seus estatutos e segundo todos os seus ritos, a celebrareis. Disse, pois, Moisés aos filhos de Israel que celebrassem a Páscoa. Então, celebraram a Páscoa no dia catorze do mês primeiro, ao crepúsculo da tarde, no deserto do Sinai; segundo tudo o que o SENHOR ordenara a Moisés, assim fizeram os filhos de Israel.”
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
Não devemos pensar que participar da mesa do Senhor não tem nada a ver com o mover de Deus ou com o nosso mover com Deus na Sua atividade. A mesa do Senhor tem muito a ver com o mover de Deus na terra. Portanto, devemos guardar a mesa do Senhor.
A Páscoa inclui vários pontos cruciais. A Páscoa significa um novo começo, porque ocorre no primeiro mês do ano. Portanto, a Páscoa deve nos lembrar que precisamos de um novo começo.
A Páscoa nos lembra que somos um povo que deveria ter morrido sob o justo juízo de Deus. Mas para nós, que deveríamos morrer sob Seu justo juízo, Deus preparou um substituto, Cristo, que morreu uma morte vicária por nós, salvando-nos assim do juízo da morte da justiça de Deus.
A Páscoa também nos lembra que não pertencemos a nós mesmos, mas Àquele que morreu por nós. Agora devemos desfrutá-Lo por toda a nossa vida. Fomos substituídos por Cristo, pertencemos a Ele e devemos desfrutá-Lo tomando-O como nossa vida, nosso suprimento de vida e nosso tudo.
A Páscoa no Antigo Testamento era uma lembrança anual para os filhos de Israel. Hoje nós, os crentes em Cristo, temos uma lembrança semanal, a mesa do Senhor. Todas as semanas, no primeiro dia da semana, devemos ter a memória do Senhor em Sua mesa, desfrutando de tudo o que Ele é para nós. No entanto, alguns podem vir à mesa do Senhor sem saber o que estão fazendo. Toda vez que vamos à mesa do Senhor, devemos ser lembrados de que precisamos de um novo começo, um novo começo no oitavo dia, que é o primeiro dia da semana e um dia em ressurreição. Também precisamos ser lembrados de que estávamos destinados a morrer sob o justo juízo de Deus, mas Deus preparou Cristo para ser o nosso substituto para morrer por nós. Portanto, fomos salvos do juízo da morte. Além disso, na mesa do Senhor, devemos ser lembrados de que não pertencemos a nós mesmos, mas Àquele que nos substituiu e que agora é nossa vida e suprimento de vida. Visto que Cristo é nossa vida e suprimento de vida, devemos viver por Ele. Esse é o significado da Páscoa e também da mesa do Senhor.
Tanto a Páscoa quanto a mesa do Senhor são festas. Sempre que participamos da Páscoa ou da mesa do Senhor, participamos de uma festa para desfrutar Cristo na presença de Deus. Esse desfrute é uma satisfação mútua para Deus e para nós. (Life-study of Numbers, msg. 15, pp. 112-113)
12/07 - Ore para que, segundo a operação divina neles, os santos tomem o caminho de laborar e esforçar-se consistentemente e persistentemente, sem se deixar abater pelos obstáculos, não desanimados por contratempos e não esperando resultados rápidos
Cl 1:28-29 “o qual nós anunciamos, admoestando todo homem e ensinando todo homem em toda a sabedoria, para que apresentemos todo homem maduro em Cristo; para isso também me esforço, lutando segundo a Sua operação que atua em mim com poder.”
Cl 1:281, maduro – Ou: perfeito, completo, adulto. Perfeito denota ser pleno em qualidade, enquanto completo denota ser pleno em quantidade. O ministério do apóstolo, ao anunciar Cristo ou ao admoestar e ensinar os homens em toda a sabedoria, era totalmente para ministrar Cristo aos homens, para que se tornassem perfeitos e completos ao amadurecerem com Cristo como o elemento da vida divina até ao pleno crescimento.
At 20:20, 31 “como não deixei de vos anunciar coisa alguma proveitosa, e de vos ensinar publicamente e de casa em casa... Portanto, vigiai, lembrando-vos de que, por três anos, noite e dia, não cessei de admoestar, com lágrimas, a cada um.
Ef 4:11-13 “E Ele mesmo concedeu alguns como apóstolos, alguns como profetas, alguns como evangelistas e alguns como pastores e mestres, tendo em vista o aperfeiçoamento dos santos para a obra do ministério, para a edificação do Corpo de Cristo, até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à condição de homem maduro, à medida da estatura da plenitude de Cristo”
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
Em Colossenses 1:28, Paulo diz: “O qual nós anunciamos, admoestando todo homem e ensinando todo homem em toda a sabedoria, para que apresentemos todo homem maduro em Cristo”. Temos de anunciar Cristo aos pecadores. Depois, temos de apresentá-los como crentes maduros a Cristo. Semeamos a semente e cuidamos dela para crescer até a maturidade. Paulo continua dizendo: “para isso também me esforço, lutando segundo a Sua operação que atua em mim com poder” (v. 29). Nesse versículo, a palavra lutando significa combater, luta corporal. É uma palavra usada no sentido dos jogos olímpicos em que os participantes tinham que lutar em uma competição. Paulo usa essa palavra para descrever nosso labor no evangelho. Nós na restauração do Senhor devemos ser obreiros e lutadores. Qualquer coisa que precise de labor ou luta não irá muito rápido ou crescerá muito rápido ...
Talvez aqueles de nós que tentaram praticar visitar pessoas com o evangelho tenham ficado desanimados porque queríamos resultados rápidos. Mas precisamos laborar consistentemente durante quarenta e cinco semanas por ano. Se formos consistentes e pacientes para sair uma ou duas vezes por semana por pelo menos três horas de cada vez, ganharemos dois frutos que permanecem dentro de um ano. Não devemos ter muita expectativa. Devemos apenas laborar. A expectativa é algo no ar; laborar e lutar é real. Quer vejamos o fruto ou não, devemos simplesmente sair durante o ano todo. Devemos nos dedicar e nos entregar ao Senhor. (CWWL, 1990, vol. 2, “Messages to the Trainees in Fall 1990,” ch. 14, pp. 527-528)
Seja qual for a maneira que você adote, deve fazê-lo persistentemente, com paciência e perseverança e não espere ter uma colheita rápida. Todos os fazendeiros sabem que não podem ter uma colheita rápida. Colheita rápida significa uma colheita pobre. Eles têm de ser pacientes em cuidar de sua plantação até que chegue à época da colheita. Depois de certo tempo, você vai ganhar alguns novos crentes como frutos que permanecem. Isso será uma recompensa pelo seu labor persistente no evangelho. (Treinamento e Prática dos Grupos Vitais, msg. 3, pág. 58)
Nossa esperança é Cristo vindo com Sua glória e isso também é a recompensa do reino vindouro. A perseverança da esperança é a longevidade do nosso trabalho de fé. Por meio dessa perseverança, podemos subjugar todo tipo de decepção, desânimo e impossibilidade, e podemos também vencer todo tipo de oposição, obstáculos e impedimentos. Essa perseverança culmina em ganhar pecadores, alimentar os crentes, aperfeiçoar os santos e edificar a igreja, o Corpo de Cristo, para o reino de Deus e de Cristo. (Treinamento e Prática dos Grupos Vitais, msg 12, pág. 143)
11/07: Oração para os santos apascentarem as pessoas por amor a elas, tendo interesse, um encargo e uma oração adequada por elas
Ore para que os santos apascentem as pessoas por amor a elas, tendo um interesse, um encargo e uma oração adequada por elas, escrevendo seus nomes, orando constantemente por seu bem-estar espiritual, visitando-as regularmente, levando-as às reuniões de casa, e firmando-as na vida da igreja
Rm 1:9 “Pois Deus, a quem sirvo em meu espirito no evangelho de Seu Filho, é minha testemunha de como incessantemente faço sempre menção de vós em minhas orações”
Cl 4:12 “Saúda-vos Epáfras, que é do vosso meio, escravo de Cristo Jesus, sempre lutando por vós nas suas orações, para que permaneçais maduros e plenamente convictos em toda a vontade de Deus.”
At 20:20 “como não deixei de vos anunciar coisa alguma proveitosa, e de vos ensinar publicamente e de casa em casa”
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
Nenhum apascentar pode prevalecer se não tivermos amor pelas pessoas, interesse, encargo e oração adequada por elas. Amor, interesse, encargo e oração são os elementos básicos e essenciais do apascentar adequado. A maioria de nós nasceu sem interesse nas pessoas. Não gostamos das pessoas e não queremos ser incomodados, convidados ou visitados por elas. Preferiríamos viver no topo de uma montanha. Essa é nossa tendência natural. Porém, se mantivermos esse tipo de disposição, estaremos terminados com relação à edificação. Precisamos amar os novos como o Senhor os ama, interessar-nos por eles e cuidar deles. Então, temos de ter um encargo por eles e uma oração adequada... Precisamos ser pacientes, saber como tratar as pessoas e saber o que dizer e o que não dizer. Devemos saber como ser positivos, mas não muito rápidos, não por causa de nós, mas por causa daqueles que estão sob nossos cuidados. Nossa necessidade básica, entretanto, é amor, interesse, encargo e oração. Se praticarmos todas essas coisas, a igreja crescerá de maneira adequada e será edificada nas mãos de todos os santos, não apenas dos presbíteros ou daqueles com um ministério especial. (CWWL, 1973-1974, vol. 2, “The Normal Way of Fruit-bearing and Shepherding for the Building Up of the Church,” ch. 9, pp. 626-627)
Não devemos orar por uma grande quantidade de pessoas. Pelo contrário, devemos orar pelo bem-estar espiritual de certo número de pessoas durante toda a nossa vida. George Müller tinha uma lista de pessoas pelas quais ele orava regularmente. Por fim, todas elas foram salvas antes de sua morte, exceto uma que, depois que ele morreu, também foi salva pelo Senhor.
Conforme a história e segundo a Bíblia, se não houver oração a favor de alguém, ninguém poderá ser salvo. Você e eu fomos salvos porque alguém orou por nós. Sem dúvida, Deus escolheu milhões de pessoas. Mas é necessária a oração humana para cooperar com a escolha divina. Se você não orar, Deus não tem como visitar certa pessoa escolhida. Precisa haver oração que combine com a Sua escolha. Se você orar apenas ocasionalmente, não vai funcionar. Você precisa ter encargo para orar por determinadas pessoas e continuar a orar por toda a sua vida. (Treinamento e Prática dos Grupos Vitais, msg. 3, pág. 57)
Dia 10/07: Oração para os santos sofrerem as dores de parto por causa de seus filhos espirituais até que Cristo seja formado neles
Ore para que os santos sigam o padrão do apóstolo em aprender a sofrer dores de parto por causa de seus filhos espirituais até que Cristo seja formado neles
Gl 4:19 “Meus filhos, por quem, de novo, sofro as dores de parto, até ser Cristo formado em vós”
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
[Gálatas 4:19] diz: “Meus filhos, por quem, de novo, sofro as dores de parto, até ser Cristo formado em vós”. Paulo aqui considera-se pai, e os gálatas seus filhos, gerados por ele em Cristo (ver 1Co 4:15; Fm 10). Isso também foi um apelo à afeição deles.
Paulo disse aos gálatas que mais uma vez sofria as dores de parto por eles. As dores de parto ocorrem no nascimento de uma criança. Nessa metáfora, Paulo se compara à mãe que dá à luz. Ele teve essas dores de parto ao gerar os gálatas em Cristo, quando pela primeira vez pregou-lhes o evangelho. Visto que se haviam desviado do evangelho que lhes pregara, ele agora tinha novamente dores de parto até ser Cristo formado neles. Nesse versículo Paulo se compara tanto a um pai que gera como a uma mãe em trabalho de parto. Ele era, então, pai ou mãe? Era ambos, dependendo da situação. Numa ocasião foi pai que gera; em outra, mãe em trabalho de parto...
Cristo nasceu nos gálatas, mas não foi formado neles quando foram regenerados mediante o evangelho pregado por Paulo da primeira vez. Agora o apóstolo tem de sofrer de novo as dores de parto para que Cristo seja formado neles. Ter Cristo formado em nós é tê-Lo plenamente crescido em nós. Primeiro Cristo nasceu em nós quando nos convertemos; agora vive em nós em nossa vida cristã (2:20) e será formado em nós na nossa maturidade. Isso é necessário para que sejamos filhos maiores de idade, herdeiros para herdar a bênção prometida de Deus e maduros na filiação divina. (Estudo-Vida de Gálatas, msg 23, pág. 198-199)
Dia 09/07: Oração para os santos nutrirem os crentes como uma mãe que amamenta e como um pai que exorta
Ore para que os santos sigam o padrão do apóstolo a fim de alimentar os novos crentes como uma mãe que amamenta cuidando com carinho de seus próprios filhos, e como um pai que exorta, e que testifica para seus próprios filhos
1Ts 2:6-8, 11 “Nem buscamos glória de homens, seja de vós, seja de outros, embora pudéssemos recorrer à nossa autoridade como apóstolos de Cristo; pelo contrário, fomos ternos entre vós, como uma mãe que amamenta cuida com carinho de seus próprios filhos. Assim, tendo tão grande afeto por vós, de boa vontade vos transmitimos não somente o evangelho de Deus, mas também a nossa própria alma, porque vos tornastes amados para nós... assim como sabeis o que fomos para cada um de vós, como um pai para seus próprios filhos, exortando, consolando e testificando”
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
Em Primeira aos Tessalonicenses 2:7, Paulo diz: “pelo contrário, fomos ternos entre vós, como uma mãe que amamenta cuida com carinho de seus próprios filhos”. A palavra grega referente à mãe que amamenta...algumas vezes significa uma mãe; assim, ela pode denotar uma mãe que amamenta (ver Gl 4:19). Cuidar com carinho inclui nutrir. Por isso, essa palavra não somente significa nutrir, mas também cuidar com ternura.
Apesar de Paulo ser um irmão, ele se considerava uma mãe. Certamente, ele não tinha nenhum pensamento de posição, dignidade ou autoridade. O pensamento de ser uma mãe é muito diferente do pensamento de dignidade ou posição. Que posição uma mãe tem? Que posição, dignidade ou autoridade pertencem a ela? Sua dignidade consiste em nutrir e cuidar com carinho os seus filhos, em cuidar deles com ternura.
A palavra cuidar com carinho é amável, é uma palavra profundamente terna. Paulo se via como alguém que acaricia, não meramente como alguém que serve. Ele certamente não controlava os crentes; tampouco simplesmente os servia. Em vez disso, ele os acalentava. Seu cuidado por eles era cheio de ternura.
No versículo 8, Paulo continua: “Assim, tendo tão grande afeto por vós, de boa vontade vos transmitimos não somente o evangelho de Deus, mas também a nossa própria alma, porque vos tornastes amados para nós”. A palavra afeto indica gostar afetuosamente de, como uma mãe que amamenta afetuosamente interessada em seu filho de quem ela nutre e cuida com carinho. Isso era o que os apóstolos faziam com os novos crentes.
O versículo 11 diz: “assim como sabeis o que fomos para cada um de vós, como um pai para seus próprios filhos, exortando, consolando e testificando”. O apóstolo foi forte ao enfatizar o que ou como eles eram (1:5), pois o que eles eram abria caminho para introduzir os novos convertidos na plena salvação de Deus. Ao cuidar com carinho dos crentes como a seus próprios filhos, os apóstolos consideravam a si mesmos como mães que nutrem. Ao exortá-los, eles se consideravam como pais. (Estudo-Vida de Primeira aos Tessalonicenses, msg. 12, pág.115-117)
08/07: Oração para os santos seguirem o padrão do apóstolo Paulo em gloriar-se naqueles que foram ganhos, aperfeiçoados, e edificados por meio dele
Ore para que os santos sigam o padrão do apóstolo Paulo, que se gloriou naqueles que foram ganhos, aperfeiçoados e edificados por meio dele
2Ts 1:3-4 “Irmãos, devemos sempre dar graças a Deus a vosso respeito, como é justo, porque a vossa fé cresce muitíssimo, e o amor que cada um de vós tem uns pelos outros está aumentando, de modo que nós mesmos nos gloriamos em vós entre as igrejas de Deus, por causa da vossa perseverança e fé em todas as vossas perseguições e nas tribulações que suportais”
Fp 2:16-17 “expondo a palavra da vida, para que, no dia de Cristo, eu possa me gloriar de que não corri em vão nem laborei em vão. Contudo, mesmo que eu esteja sendo derramado como libação sobre o sacrifício e serviço da vossa fé, alegro-me e regozijo-me com todos vós.”
2Co 9:2 “porque conheço a vossa disposição, da qual me glorio a vosso respeito junto aos macedônios, que a Acaia está preparada desde o ano passado; e o vosso zelo tem estimulado a maioria deles.
2Co 1:14 “como também em parte nos conhecestes, que somos o motivo de vos gloriardes, assim como vós também sois o nosso no dia de nosso Senhor Jesus.”
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
Em 2 Tessalonicenses 1:3 e 4 Paulo diz: “Irmãos, devemos sempre dar graças a Deus a vosso respeito, como é justo, porque a vossa fé cresce muitíssimo, e o amor que cada um de vós tem uns pelos outros está aumentando, de modo que nós mesmos nos gloriamos em vós entre as igrejas de Deus, por causa da vossa perseverança e fé em todas as vossas perseguições e nas tribulações que suportais”. No versículo 3 Paulo fala da fé e do amor dos crentes. Ele diz que a fé deles cresce e o amor deles está aumentando. Em 1 Tessalonicenses 3:2 Paulo diz que enviara Timóteo para confirmar e encorajar os tessalonicenses por causa da fé deles. De 1 Tessalonicenses 3:10 sabemos que Paulo estava ansioso por vê-los novamente, de modo a reparar-lhes as deficiências na fé. Em 1 Tessalonicenses 3:12 Paulo também instou que os crentes aumentassem no amor: “E o Senhor vos faça crescer e aumentar no amor uns para com os outros e para com todos, como também nós para convosco”. Em 1 Tessalonicenses 4:9 Paulo prossegue, dizendo aos crentes que eles foram instruídos por Deus a amar uns aos outros. Portanto, em 1 Tessalonicenses Paulo estava preocupado com que a fé dos crentes fosse aperfeiçoada e o amor deles aumentasse e abundasse. Agora, em 2 Tessalonicenses 1:3, Paulo encoraja os novos crentes em Tessalônica, dizendo-lhes que os apóstolos davam graças a Deus, porque a fé deles crescia muitíssimo e o amor deles estava aumentando. Isso indica que, enquanto Paulo repete as questões de fé e amor, ele acrescenta uma palavra de encorajamento. (Estudo-Vida Segunda aos Tessalonicenses, msg 5, pág. 46-47)
No versículo Fp 2:16, Paulo fala de gloriar-se, e no 17, de regozijar-se. Nesses versículos as palavras gloriar-se e regozijar-se podem ser consideradas sinônimos. Paulo podia gloriar-se no fato de os crentes exporem a palavra da vida e de ele se regozijar no sacrifício da fé deles. No versículo 16 temos o gloriar-se relacionado com o preservar a palavra, e no 17 temos o regozijar-se relacionado com o sacrifício da fé dos crentes. O regozijar-se no versículo 17 é sinônimo de gloriar-se no 16, assim como o sacrifício da fé é idêntico ao expor a palavra da vida, Uma vez mais vemos que a fé aqui é a soma total de nossa experiência, desfrute e ganho de Cristo. (Estudo-Vida de Filipenses, msg 50, pág.522)
07/07: Oração para os santos considerarem seus filhos espirituais como sua esperança, alegria, coroa e glória
Ore para que os santos sigam o padrão do apóstolo ao considerar os salvos e nutridos por eles como sua esperança, sua alegria, sua coroa em que se gloriam e sua glória
1Ts 2:19-20 “Pois qual é a nossa esperança, ou alegria, ou coroa em que nos gloriamos diante de nosso Senhor Jesus em Sua vinda? Não sois vós? Sim, vós sois a nossa glória e a nossa alegria!”
1Ts 2:201, gloria - Visto que os apóstolos eram a mãe que amamenta os crentes e o pai que os exorta (vv. 7, 11), os crentes, como filhos dos apóstolos, eram a sua glória e alegria.
Fp 4:1 “Portanto, meus irmãos, amados e saudosos, minha alegria e coroa, permanecei desse modo firmes no Senhor, amados.”
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
Aqui Paulo parece dizer: “Vocês são nossa esperança, nossa alegria e nossa coroa de glória. Irmãos, estamos aqui somente por vocês; não estamos aqui por nada mais. Se não tivermos vocês, nada temos. Vocês são nossa esperança, assim como a esperança de vocês é a vinda do Senhor. Sem vocês, na vinda do Senhor teremos pouca alegria e glória. Nós precisamos de vocês! Vocês são nossa esperança, nossa alegria, nossa coroa e nossa glória diante do Senhor Jesus em Sua vinda.” Uma vez mais Paulo expressou profunda emoção ao cuidar de seus filhos. Ele certamente era um pai exortando seus filhos. Assim como um pai exorta, Paulo parecia dizer: “Filhos, estamos aqui somente por vocês. Sem vocês, a vida não tem significado. Se não fosse por vocês, nós não queríamos nem viver.” Tal palavra dos pais é profundamente tocante; ela toca o coração dos filhos.
Você não seria profundamente tocado se seus pais lhe escrevessem tais palavras? Você não seria tocado se eles dissessem que sem você a vida deles não teria significado, que eles vivem na terra somente por você? Não tenho dúvida de que, quando ouvisse ou lesse tal palavra, suas lágrimas correriam. Esse tipo de falar alimenta os filhos e os ajuda a crescer.
Como um bom pai, Paulo sabia como tocar o coração de seus filhos. Se for capaz de tocar o coração dos outros, você será bem-sucedido em suprir o crescimento deles. A melhor maneira de alimentar os outros é tocar o coração deles profundamente. (Estudo-Vida de Tessalonicenses, msg 13, pág. 130)
Dia 06/07: Oração para os santos terem o encargo, um interesse, e um cuidado pelas pessoas a fim de ganhá-las
Ore para que os santos tenham um encargo, um interesse e um cuidado pelas pessoas a fim de ganhá-las como aumento do Senhor, e que os santos tragam essa questão ao Senhor e peçam-Lhe que os infunda com Seu coração pelas pessoas
1Ts 2:1, 7-8 “Porque vós mesmos, irmãos, sabeis que a nossa entrada no vosso meio não foi em vão; ...pelo contrário, fomos ternos entre vós, como uma mãe que amamenta cuida com carinho de seus próprios filhos. Assim, tendo tão grande afeto por vós, de boa vontade vos transmitimos não somente o evangelho de Deus, mas também a nossa própria alma, porque vos tornastes amados para nós.”
Fp 4:1 “Portanto, meus irmãos, amados e saudosos, minha alegria e coroa, permanecei desse modo firmes no Senhor, amados.”
PORÇÃO DO MINISTÉRIO:
Temos tentado de muitas maneiras ganhar o aumento, mas tem funcionado pouco. Recentemente, deixamos de pregar o evangelho nas reuniões todas as semanas para que os santos pudessem pregar nas suas casas. Contudo, quase nenhum santo abriu a sua casa para pregar o evangelho. Isso me preocupou muito diante do Senhor. Não há como dar certo se não tivermos cuidado e interesse pelas pessoas. No entanto, se tivermos um cuidado e interesse, o próprio cuidado abrirá um caminho. Não devemos dizer que não temos a maneira ou que ninguém aceitará o evangelho. Até as portas fechadas da China, por fim, foram abertas e milhares foram salvos. A obra na China foi muito difícil no início. A princípio, quando um missionário ia visitar as aldeias, ninguém abria a porta. As crianças até jogavam pedras e lama nele. Ainda assim, ele não fugia. Ele parava, virava-se e dizia: “Obrigado. Isso é suficiente." O amor e a perseverança que esse irmão tinha pelo bem das pessoas finalmente tocaram seus corações. O caminho do evangelho em todas as aldeias chinesas era difícil. Se tivéssemos o pensamento de que não havia necessidade de ir a lugares assim, não teríamos como chegar lá.
Se tivéssemos um encargo, um cuidado e um interesse pelas pessoas, poderíamos ter trazido cem pessoas nos últimos meses. Porque alguns disseram que era muito difícil para os santos trazerem pessoas para a reunião do evangelho, tentamos permitir que os santos pregassem em suas casas. Por fim, entretanto, não ocorreu isso nas casas. Não é que carecemos de caminhos; mas falta de coração... Em nenhuma situação devemos dizer que não há caminho. Depende totalmente do tipo de coração que temos. Em princípio, a situação nos Estados Unidos, a nação mais moderna do planeta, é a mesma hoje [como era na China]. O diabo naquela época era a antiga serpente, mas hoje ele é mais moderno. A mesma serpente usa maneiras diferentes de manter as pessoas longe do Senhor. Portanto, precisamos de um espírito de oração e um coração para amar e cuidar das pessoas. Se tivermos esse tipo de coração e um cuidado intensificado com as pessoas, o caminho se abrirá. (CWWL, 1973-1974, vol. 2, “The Normal Way of Fruit-bearing and Shepherding for the Building Up of the Church,” ch. 2, pp. 539-540)
05/07: Oração para os santos aprenderem a fazer as pessoas voltar-se das trevas para a luz e da autoridade de Satanás para Deus
Ore para que os santos aprendam a pregar o evangelho como o apóstolo Paulo fazia, fazendo as pessoas voltar-se das trevas para a luz e da autoridade de Satanás para Deus, e que elas sejam transferidas para o reino de Deus
At 26:18 “para lhes abrir os olhos, para fazê-los voltar-se das trevas para a luz e da autoridade de Satanás para Deus, a fim de que recebam perdão de pecados e herança entre os que foram santificados pela fé em Mim.”
Cl 1:12-13 “dando graças ao Pai, que vos qualificou para participardes da porção da herança dos santos na luz; O qual nos libertou da autoridade das trevas e nos transferiu para o reino do Filho do Seu amor.”
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
Visto que há uma guerra entre o reino de Deus e de Satanás, toda obra espiritual que estamos fazendo para Deus, seja qual for a sua forma, desde que toque coisas da esfera espiritual, é em natureza uma luta. Por exemplo, pregar o evangelho, segundo Atos 26:18, é “para lhes abrir os olhos, para fazê-los voltar-se das trevas para a luz e da autoridade de Satanás para Deus”. Isso mostra que pregar o evangelho é não apenas para abrir os olhos dos homens e fazê-los voltar-se das trevas para a luz, mas também libertá-los do poder de Satanás. Ainda, Colossenses 1:13 diz: “O qual nos libertou da autoridade das trevas e nos transferiu para o reino do Filho do Seu amor”. Ser libertado do império das trevas é ser libertado do poder de Satanás ou do seu reino. E ser transferido para o reino do Filho do amor de Deus é ser transferido para o reino de Deus. Uma pessoa que não crê no Senhor obviamente rejeita o nome de Deus, não tem o reinar de Deus nela e nada tem a ver com a vontade de Deus. Em vez disso, está totalmente sob o poder de Satanás, e todo o seu ser está no reino tenebroso de Satanás. Quando uma pessoa é salva, ela primeiramente crê no nome do Senhor; em segundo lugar, invoca o Seu nome; e, em terceiro, está no nome do Senhor; pertence ao Seu nome. Assim, ela é liberta do poder de Satanás e pertence ao nome do Senhor. Uma vez que o nome do Senhor esteja sobre ela, a autoridade do Senhor vem em seguida. Uma vez que a autoridade do Senhor vem sobre ela, a autoridade de Satanás é removida. Assim, estritamente falando, pregar o evangelho, trazer a salvação aos homens e os conduzir ao Senhor, tudo isso é um tipo de luta espiritual. (A Experiência de Vida, cap. 18, pág. 362-363)
04/07: Oração a fim de amarrar a obra do deus desta era que causa cegueira
Ore para que os santos aprendam a orar a fim de amarrar a obra do deus desta era que causa cegueira, de modo que o evangelho da glória de Cristo resplandeça no coração de muitos incrédulos
2Co 4:3-6 “E se o nosso evangelho está encoberto, é nos que estão perecendo que está encoberto, nos quais o deus desta era cegou os pensamentos dos incrédulos, para que não lhes resplandeça a luz do evangelho da gloria de Cristo, o qual é a imagem de Deus. Pois não pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus como Senhor e a nós mesmos como vossos escravos por causa de Jesus. Porque o Deus que disse: Das trevas resplandecerá a luz, Ele mesmo é quem resplandeceu em nosso coração, para iluminar o conhecimento da glória de Deus na face de Jesus Cristo.”
2 Co 4:31, encoberto - Encoberto por velhos conceitos, especialmente o conceito sobre a lei (3:14-15). Em princípio, qualquer coisa que impeça as pessoas de apreender o evangelho de Cristo é um véu, seja filosofia, religião ou tradições culturais. Portanto, a pregação de Cristo deve desvendá-las, assim como, em fotografia, a tampa é removida da lente para captar a imagem.
2Co 4:41, deus desta era - Satanás, o enganador, o príncipe da presente era, que domina o mundo de hoje e procura a adoração do homem cegando-lhe a mente e os pensamentos.
2Co 4:45, luz – Cristo, a imagem de Deus é o resplendor da Sua glória (Hb 1:3). Por isso, o evangelho de Cristo é o evangelho da Sua glória que ilumina e resplandece. Satanás, o deus desta era, cegou os pensamentos e as mentes dos incrédulos para que a luz do evangelho da glória de Cristo não resplandeça no seu coração. Isso é semelhante a tapar a lente de uma câmera, para que a luz não brilhe no seu interior e coloque a imagem lá dentro. É também como um cego, ou alguém com olhos velados, em quem a luz do sol não consegue penetrar.
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
Segunda aos Coríntios 4:4 diz que o deus desta era cegou os pensamentos dos incrédulos. A tática de Satanás é cegar constantemente os pensamentos das pessoas. Temos de orar a fim de amarrar o homem forte, amarrar o deus desta era. Efésios 4:17-18 fala da “vaidade da sua mente”. As pessoas mundanas andam na vaidade da sua mente. Tudo na sua mente é vão. O versículo 18 usa outro termo, obscurecido em seu entendimento. O entendimento das pessoas mundanas foi obscurecido. Além disso, existe um terceiro termo, a dureza do seu coração. Nesses dois versículos vemos a vaidade da mente, o entendimento obscurecido e a dureza do coração... O que devemos fazer a respeito disso? Temos de orar para amarrar o homem forte e então poderemos saquear todos os seus bens. Os bens são os bens de Deus, mas foram usurpados pelo inimigo. Agora devemos resgatá-los para o reino, amarrando o homem forte. (CWWL, 1972, vol. 2, “The Kingdom,” ch. 9, pp. 78-79)
Muitas vezes, quando um não crente vem ouvir uma boa mensagem de evangelização, pensamos: “Hoje à noite esse homem certamente será salvo”. Mas, por fim, ele continua “em branco”, porque o inimigo de Deus cegou sua mente. A mente é o órgão de entendimento e Satanás cegou o entendimento desse ouvinte. Não importando quão boa seja a mensagem e o quanto ele tenha ouvido, seu entendimento foi cegado ou coberto. Sua mente ainda está em branco; nada aconteceu.
Trinta anos atrás, o irmão Watchman Nee estava pregando o evangelho dizendo às pessoas que a intenção de Deus não é que façamos o bem. O bem nada significa para Deus. Ele enfatizou tanto esse assunto até ficar muito claro. Um irmão tinha levado um amigo à reunião e, olhando para seu amigo de vez em quando durante a mensagem, ele notou que seu amigo estava sempre balançando a cabeça positivamente, como se tivesse entendido. O irmão ficou tão feliz, pensando que seu amigo estava ouvindo cuidadosamente e recebendo tudo. Sabe o que aconteceu? Depois da reunião, o irmão perguntou ao seu amigo: “O que você achou da mensagem?” Ele respondeu: “Sim, todas as religiões encorajam as pessoas a fazer o bem”. Contudo, em sua mensagem, o irmão Nee havia enfatizado claramente que Deus não tem intenção de exigir que o homem faça o bem. A resposta desse homem indicou que seu entendimento estava cegado pelo inimigo. Muitas vezes, durante uma mensagem, precisamos orar para que Deus amarre o deus desta era e o seu trabalho de cegar. Isso significa simplesmente tirar a tampa da lente. (A Economia de Deus, cap 5, pág. 51-52)
03/07: Oração para os santos aprenderem a exercer a autoridade do Senhor a fim de amarrar o homem forte, Satanás
Ore para que os santos aprendam a exercer a autoridade do encabeçamento e do senhorio de Cristo, a Cabeça, orando a fim de amarrar o homem forte, e a pregar o evangelho para saquear os pecadores do reino de Satanás para o reino de Deus
Lc 4:36 “E veio espanto sobre todos e falavam uns com os outros, dizendo: Que palavra é essa, pois com autoridade e poder Ele dá ordens aos espíritos imundos, e eles saem?”
Lc 9:1-2 “Tendo Jesus convocado os doze, deu-lhes poder e autoridade sobre todos os demônios, e para curar doenças. E os enviou a proclamar o reino de Deus e a curar os enfermos.”
Mt 28:18-19 “Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade Me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os no nome do Pai e do Filho e do Espirito Santo”
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
Todos nós temos de perceber que pregar o evangelho não é somente pregar ou ensinar; é travar a luta. Mateus 12 nos diz que, para pregar o evangelho, temos de amarrar o homem forte. Satanás é o homem forte, aquele que usurpa todas as pessoas. O mundo inteiro está agora sob as trevas e a mão usurpadora de Satanás. Pregar o evangelho a fim de levar alguém ao Senhor é saquear alguns bens das mãos usurpadoras de Satanás. Portanto, temos de orar a fim de amarrar o homem forte, Satanás. Para isso, precisamos não somente do poder, mas também da autoridade. Podemos ilustrar a diferença entre o poder e a autoridade com um policial. Os carros nas ruas têm poder, mas um policial tem autoridade. Por mais potente que seja um carro, quando um policial dá uma ordem, ele tem a autoridade sobre o carro.
Cristo disse: “Toda a autoridade Me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações,” (Mt 28:18-19). Quando vamos pregar o evangelho, não devemos somente buscar o poder do alto, mas temos de aprender a exercer a autoridade do encabeçamento e do senhorio de Cristo. Um policial pode ser menor do que nós, mas ele tem a autoridade porque há um governo por trás dele... A autoridade está acima do poder. Estamos saindo para pregar o evangelho somente com poder? Temos de aprender também a exercer a autoridade. Nós somos o Corpo da Cabeça e estamos sob o encabeçamento, então temos a Cabeça como o “governo” que nos respalda. Temos um forte respaldo, ou seja, a Cabeça. (CWWL, 1965, vol. 1, “Preaching the Gospel in the Way of Life,” ch. 3, p. 220)
02/07 - Ore para que os santos vejam que a maneira de amarrar o homem forte para saquear os pecadores da sua casa é principalmente por meio da oração e jejum
Mt 17:14-21 “Quando chegaram junto da multidão, aproximou-se Dele um homem, que se ajoelhou diante Dele e disse: Senhor, tem misericórdia de meu filho, porque é epiléptico e sofre horrivelmente; pois muitas vezes cai no fogo, e muitas vezes na água. Trouxe-o a Teus discípulos, mas eles não puderam curá-lo. Jesus respondeu: Ó geração incrédula e pervertida! Até quando estarei convosco? Até quando vos sofrerei? Trazei-o a Mim aqui. E Jesus repreendeu o demônio, e este saiu do menino; e desde aquela hora ficou o menino curado. Então os discípulos, aproximando-se de Jesus em particular, perguntaram: Por que não pudemos nós expulsá-lo? Ele lhes respondeu: Por causa da vossa pouca fé. Pois em verdade vos digo: Se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para lá, e ele passará, e nada vos será impossível. Mas essa casta não sai senão por meio de oração e jejum.”
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
A maneira de amarrar o homem forte é orar. Quando chegamos ao capítulo 17, vemos que todos os discípulos vieram ao Senhor e perguntaram-Lhe por que Ele pôde expulsar os demônios e eles não. Em 17:21 o Senhor disse aos discípulos: “Mas esta casta não sai senão por meio de oração e jejum”. Se não orar e jejuar, você simplesmente não pode expulsar esse tipo de demônio. A palavra do Senhor aos discípulos indica que, antes de expulsar um demônio, Ele certamente jejuava e orava. Para amarrar o homem forte devemos orar e jejuar. O Senhor jejuou e orou secretamente. Os discípulos não viram isso. Devemos aprender com o Senhor a jejuar e orar em secreto. Creio que quando o Senhor Jesus estava na terra, Ele freqüentemente jejuava e orava para lutar a batalha e amarrar o homem forte. Todos devemos estar no mesmo espírito hoje. Cada dia nosso espírito deve ser um espírito de jejum e oração a fim de que possamos diariamente amarrar o homem forte, que é Satanás, o rei do reino das trevas. (Estudo-Vida de Mateus, msg. 33, pág. 410)
Os homens não rejeitam o evangelho por causa do seu conteúdo. Não há nada de ofensivo no conteúdo do evangelho. O conteúdo do evangelho é bom, resplandecente, glorioso, doce e rico. As pessoas rejeitam o evangelho porque estão no cativeiro do homem forte, o diabo (Mt 12:29). Antes de os jovens irem para os campi, eles têm de orar e amarrar o homem forte (v. 29); do contrário, os demônios controlarão e até frustrarão seus esforços de pregar o evangelho. As orações dos santos farão todos os demônios tremerem. Temos de ser um com o Senhor para travar a luta espiritual contra o Seu inimigo.
Nossa luta espiritual contra os principados e potestades é conduzida principalmente por meio da nossa oração de luta. Não estamos lutando contra sangue e carne. Estamos lutando contra os principados e forças do mal nas regiões celestiais. Os anjos caídos e demônios estão operando constantemente para frustrar o evangelho, especialmente nos campi universitários. Temos de suplicar ao Senhor que amarre o homem forte, Satanás... Se os santos oferecerem orações adequadas ao Senhor para amarrar Satanás, por fim todo campus será saqueado. Temos de orar: "Senhor, amarramos os anjos caídos e todos os demônios." (CWWL, 1977, vol. 3, “Preaching the Gospel on the College Campuses,” ch. 2, pp. 24-25)
Dia 01/07: Oração para os santos verem que o evangelho que o Senhor Jesus pregava era Seu saquear a casa de Satanás
Ore para que os santos vejam que o evangelho que o Senhor Jesus pregava envolvia Seu amarrar o homem forte (Satanás) e o saque de seus bens, seus vasos (o povo caído sob a usurpação de Satanás), para o reino de Deus
Mt 12:29 “Ou como pode alguém entrar na casa do homem forte e saquear-lhe os bens se primeiro não amarrar o homem forte? E então lhe saqueará completamente a casa.”
Lc 11:21-22 “Quando o homem forte, bem armado, guarda a sua própria residência, em paz estão os seus bens. Sobrevindo, porém, um mais forte do que ele, vence-o, tira-lhe toda a armadura em que confiava e reparte os seus despojos.”
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
[Mateus 12] 29 revela que antes de o Senhor expulsar os demônios [v.28], Ele primeiramente lutou contra Satanás. Esse versículo diz: “Ou como pode alguém entrar na casa do homem forte e saquear-lhe os bens se primeiro não amarrar o homem forte? E então lhe saqueará completamente a casa”. “Casa” aqui significa o reino de Satanás e o “homem forte” é Satanás, o maligno. A palavra grega traduzida para “bens” também significa instrumentos, vasos; daí, bens, pertences. O povo caído sob a usurpação de Satanás são bens dele, instrumentos para seu uso. Eles são seus pertences guardados na sua casa, seu reino. A palavra sobre amarrar o homem forte indica que quando o Senhor expulsou os demônios, Ele primeiramente amarrou Satanás. As pessoas viram apenas a expulsão do demônio. Elas não viram Satanás, o homem forte, sendo amarrado. Assim, o Senhor aproveitou a oportunidade que Lhe fora proporcionada, pela acusação dos fariseus, para revelar o segredo da batalha espiritual. Aparentemente, o Senhor estava apenas expulsando o demônio; na verdade, Ele estava combatendo, amarrando o homem forte. Isso mostra que se quisermos edificar o reino hoje, devemos primeiro amarrar o homem forte. (Estudo-Vida de Mateus, msg 33, pág. 409)
30/06 - Ore para que os santos vejam que o Senhor Jesus em Seu serviço evangélico liberta os seres humanos da usurpação de Satanás pelo Espírito de Deus para o reino de Deus
Mt 12:28 “Se, porém, Eu expulso os demônios pelo Espírito de Deus, então é chegado o reino de Deus sobre vós.”
Mt 12:281, Espírito - O Espírito de Deus é o poder do reino de Deus. Onde está o Espírito de Deus em poder, aí está o reino de Deus e aí os demônios não têm vez.
Lc 11:20 “Se, porém, Eu expulso os demônios pelo dedo de Deus, então é chegado o reino de Deus sobre vós.”
Mc 1:23-25 “E imediatamente apareceu na sinagoga deles um homem possesso de espírito imundo, e bradou: Que temos nós Contigo, Jesus Nazareno? Vieste para destruir-nos? Sei quem és: o Santo de Deus. E Jesus o repreendeu, dizendo: Cala-te, e sai dele.”
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
O Senhor Jesus também expulsava demônios (Mt 8:16). Em Marcos 1:23-28, temos um caso de expulsão de demônios. Um homem possesso de um espírito imundo bradou, e o Senhor Jesus o repreendeu, dizendo: "Cale-te, e saia dele!" (vv. 23-25). Esse espírito imundo não era um anjo caído; esse espírito era um demônio (vv. 32, 34, 39; Lc 4:33), um dos espíritos das criaturas vivas que viveram na era pré-adâmica e foram julgados por Deus quando se juntaram à rebelião de Satanás (ver Estudo-Vida de Gênesis, Mensagem Dois). Os anjos caídos trabalham com Satanás no ar (Efésios 2:2; 6:11-12), e esses demônios, os espíritos imundos, movem-se com ele na terra. Ambos operam no homem de forma maligna em favor do reino de Satanás. A possessão de pessoas por demônios representa a usurpação do homem por Satanás, a quem Deus criou para o Seu propósito. O Senhor Jesus veio para destruir as obras de Satanás (1 Jo 3:8), e no Seu ministério terreno Ele expulsava os demônios das pessoas possuídas (Mc 1:34, 39; 3:15; 6:7, 13; 16:17) para que eles sejam libertos da escravidão de Satanás (Lc 13:16), da autoridade das trevas de Satanás (At 26:18; Cl 1:13), e introduzidos no reino de Deus (Mc 1:15).
Em Mateus 12:28, o Senhor Jesus diz: “Se, porém, Eu expulso os demônios pelo Espírito de Deus, então é chegado o reino de Deus sobre vós”. O Espírito de Deus é o poder do reino de Deus. Onde está o Espírito de Deus em poder, aí está o reino de Deus e aí os demônios não têm vez. Pela palavra do Senhor aqui, vemos que a luta travada pelo reino não é travada somente pelo homem, mas por um homem com o Espírito de Deus. Portanto, o Senhor Jesus disse que Ele expulsava demônios pelo Espírito de Deus e que isso era a vinda do reino de Deus. (The Conclusion of the New Testament, msg. 65, p. 694)
29/06 - Ore para que os santos percebam que pregar o evangelho, que liberta os homens do poder e do reino de Satanás, é uma luta espiritual
Js 6:1-5 “Ora, Jericó estava rigorosamente fechada por causa dos filhos de Israel; ninguém saía, nem entrava. Então, disse o SENHOR a Josué: Olha, entreguei na tua mão Jericó, o seu rei e os seus valentes. Vós, pois, todos os homens de guerra, rodeareis a cidade, cercando-a uma vez; assim fareis por seis dias. Sete sacerdotes levarão sete trombetas de chifre de carneiro adiante da arca; no sétimo dia, rodeareis a cidade sete vezes, e os sacerdotes tocarão as trombetas. E será que, tocando-se longamente a trombeta de chifre de carneiro, ouvindo vós o sonido dela, todo o povo gritará com grande grita; o muro da cidade cairá abaixo, e o povo subirá nele, cada qual em frente de si.”
At 26:18 “para lhes abrir os olhos, para fazê-los voltar-se das trevas para a luz e da autoridade de Satanás para Deus, a fim de que recebam perdão de pecados e herança entre os que foram santificados pela fé em Mim.”
2Tm 2:3 “Sofre o mal comigo como bom soldado de Cristo Jesus.”
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
Primeiro, precisamos ver que com respeito a Satanás pregar o evangelho é uma batalha espiritual ... Se quisermos atender às necessidades de Deus hoje, precisamos ver que o pregar do evangelho que Deus faz por meio do Seu povo na terra é uma questão de engajar-se na luta espiritual. Portanto, uma pessoa que prega o evangelho tem de ser um soldado.
O evangelho de Deus é um evangelho espiritual, e pregar esse evangelho é lutar uma batalha espiritual. Essa batalha não é na esfera física, mas na esfera espiritual, porque pregar o evangelho é para saquear das mãos de Satanás, da autoridade de Satanás e da usurpação de Satanás aqueles quem Deus predestinou e deseja salvar. Pregar o evangelho não é apenas uma questão de evangelizar, mas de lutar uma batalha. Enquanto o evangelho está sendo pregado, Deus está saqueando por meio de Sua igreja aqueles que estão sendo usurpados por Satanás. (CWWL, 1959, vol. 2, “Christ Being the Burden of the Gospel,” ch. 1, p. 420)
Podemos aplicar esse relato da destruição de Jericó [no livro de Josué] à questão de pregar o evangelho. Ao tomarmos o encargo para visitar pecadores, precisamos perceber que todo pecador é uma “cidade fortificada” que foi amaldiçoada. Ao tratar com uma cidade tão fortificada, temos de exercitar a paciência, considerando quando devemos ficar em silêncio e quando devemos falar. Isso significa que devemos seguir o guiar do Senhor. No momento oportuno, a declaração adequada será muito eficaz, e haverá um dia sabático em que podemos gritar: “Louvado seja o Senhor! Jesus é senhor! Cristo é o Vitorioso!” O “muro” cairá e seremos capazes de derrotar todos os demônios e possuir aquele pecador para Cristo. (Life-study of Joshua, msg. 7, p. 40)
28/06 - Ore para que os santos se levantem a fim de semear a semente de Cristo no interior das pessoas, não apenas ocasionalmente, mas regularmente segundo um cronograma, dando ao Senhor pelo menos três horas por semana, contatando as pessoas e distribuindo os folhetos de evangelização para semear a semente do evangelho
Ec 11:6 “Semeia pela manhã a tua semente e à tarde não repouses a mão, porque não sabes qual prosperará; se esta, se aquela ou se ambas igualmente serão boas.”
1Co 15:58 “Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso labor não é vão.”
Mt 24:45-46 “Quem é, pois, o servo fiel e prudente, a quem o senhor constituiu sobre os de sua casa para dar-lhes o alimento no tempo oportuno? Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, quando vier, achar fazendo assim.”
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
Precisamos semear Cristo no interior das pessoas, não apenas ocasionalmente, mas regularmente segundo um cronograma. Precisamos fazer um cronograma, dando ao Senhor pelo menos três horas, uma vez por semana, a fim de contatar os pecadores. Não precisamos necessariamente bater a portas “frias”, as portas das pessoas que não conhecemos. Temos parentes, vizinhos, colegas, colegas de classe e amigos. Podemos até mesmo pedir aos irmãos que recomendem seus conhecidos e combinem uma reunião com eles com duas semanas de antecedência. Durante essas duas semanas, precisamos orar todos os dias. Isso é orgânico, não algo religioso. Tenho falado sobre a maneira ordenada por Deus por cerca de sete anos e ainda não vi um começo adequado dessa maneira. (CWWL, 1991-1992, vol. 2, “Five Emphases in the Lord’s Recovery,” ch. 5, p. 56)
Ao falar com as pessoas, devemos sempre nos lembrar de semear a semente de Cristo. Fale algo da Bíblia e semeie a palavra nos seus contatos. Essa semente vai permanecer neles e nossa obra nunca será em vão. Também, quando visitarmos pessoas, devemos levar os folhetos de evangelização que preparamos e distribuí-los. Algo será semeado nelas por meio dessas páginas e também nos seus amigos e parentes. Alguém a quem você dá um folheto pode deixá-lo sobre a mesa de café e outros membros da família podem chegar a lê-lo. Isso é semear a semente do evangelho. (Treinamento e Prática dos Grupos Vitais, cap. 10, pág. 121)
27/06
Ore para que os santos tenham interesse pelas pessoas, amem as pessoas, gostem de falar com as pessoas e se levantem para contatar as pessoas, sempre agarrando a oportunidade para semear a semente de Cristo dentro delas
Jo 4:9-11, 13-14 “Então Lhe disse a mulher samaritana: Como, sendo Tu judeu, pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana? Respondeu-lhe Jesus: Se conheceras o dom de Deus e quem é o que te diz: Dá-Me de beber, tu Lhe terias pedido, e Ele te teria dado água viva. Disse-Lhe a mulher: Senhor, Tu não tens balde, e o poço é fundo; de onde, pois, tiras essa água viva?... Respondeu-lhe Jesus: Todo o que beber desta água tornará a ter sede; aquele, porém, que beber da água que Eu lhe der, de modo algum terá sede, para sempre; pelo contrário, a água que Eu lhe der se tornará nele uma fonte de água a jorrar para a vida eterna.”
At 8:29-35 “Então disse o Espírito a Filipe: Aproxima-te e acompanha essa carruagem. E correndo Filipe ouviu-o ler o profeta Isaías, e perguntou: Porventura entendes o que lês? Ele respondeu: Como, pois, poderei, se alguém não me explicar? E rogou a Filipe que subisse e se assentasse com ele. Ora, a passagem da Escritura que estava lendo era esta: Foi levado como ovelha ao matadouro; e como cordeiro mudo perante o seu tosquiador, assim Ele não abre a Sua boca. Na Sua humilhação, foi-Lhe negada justiça; a Sua geração, quem a descreverá? Porque a Sua vida é tirada da terra. Respondendo o eunuco a Filipe, disse: Rogo-te, de quem diz isso o profeta? De si mesmo ou de algum outro? Então Filipe, abrindo a boca e começando por essa Escritura, anunciou-lhe Jesus como evangelho.”
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
Quando agimos, não devemos nos esquecer que o principal é contatar pessoas. Precisamos nos interessar pelas pessoas. Precisamos amá-las e gostar de falar com elas. Se você sabe ou não falar, não importa. É preferível falar de algo que você não conhece. Eu às vezes fazia isso quando jovem. As pessoas pensavam que eu sabia muito, mas na verdade não sabia muito. Mas quando falamos, o Senhor tem um caminho para falar por meio de nós. Não se esqueça de que não precisa falar muito. Simplesmente diga algumas frases sobre Cristo. Você precisa semear a semente de Cristo através do seu contato. Essa semente vai crescer. Agora é a hora de todos agirem. Quanto mais você age, mais você aprende. O que recebi em todos estes anos foi principalmente adquirido fazendo e aprendendo ...
Sempre que contatar pessoas, aproveite a oportunidade de dizer alguma coisa sobre Cristo, para semear nelas uma semente de Cristo nelas. Essa palavra semeada nunca será esquecida. As pessoas podem não reagir imediatamente, mas posteriormente reagirão. Podem até mesmo reagir no final de suas vidas, mostrando que a semente de Cristo semeada nas pessoas nunca é vão. É por isso que Paulo nos disse em 1 Coríntios 15:58 para “Sede firmes, inabaláveis, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso labor não é vão.” Ser abundante é aumentar e multiplicar. Para laborar, precisamos de perseverança. Por isso, em 1 Tessalonicenses 1:3, Paulo indica que precisamos trabalhar, laborar, com perseverança. Isso é porque tudo o que fizermos no Senhor não será em vão. Se Ele quiser nos dar resultados imediatos, Ótimo! Caso contrário, ainda temos fé de que tudo o que fazemos Nele e para Ele não será em vão. (Treinamento e Prática dos Grupos Vitais, cap. 10, pág. 118,120)
26/06
Ore para que os santos contatem as pessoas em um espírito de oração com perseverança, orando nominalmente por aqueles que eles conhecem especificamente
Rm 1:9 ‘Pois Deus, a quem sirvo em meu espirito no evangelho de Seu Filho, é minha testemunha de como incessantemente faço sempre menção de vós em minhas orações.”
Ef 1:16 “não cesso de dar graças por vós, fazendo menção de vós nas minhas orações.”
1Ts 1:2-3 ‘Damos sempre graças a Deus por todos vós, fazendo menção de vós em nossas orações, lembrando-nos sem cessar, diante do nosso Deus e Pai, da vossa obra de fé, do vosso labor de amor e da vossa perseverança da esperança em nosso Senhor Jesus Cristo.”
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
Sempre contate pessoas num espírito de oração. Compreendo que todos estamos muito ocupados e não temos muito tempo disponível. Você pode não ter muita oportunidade de reservar um tempo para orar ao Senhor. É claro, se você pode fazer isso, será muito melhor, mas mesmo enquanto você está dirigindo para o trabalho, você pode orar: "Senhor, não sei quem devo contatar hoje. Dê-me um ou dois para contatar.” Então poderá contatar pessoas em um espírito de oração. (Treinamento e Prática dos Grupos Vitais, cap. 10, pág. 119-120)
Semear Cristo nos outros requer muita oração. Contudo, mesmo quando oramos, ainda podemos orar de maneira inadequada. A fim de pregar o evangelho de forma eficaz, devemos anotar os nomes dos nossos parentes, primos, familiares do cônjuge e conhecidos. Podemos ter vinte e cinco primos e familiares do cônjuge. Não devemos orar de maneira geral por eles, dizendo: "Senhor, salve meus primos e meus familiares do cônjuge." O Senhor precisa ouvir de nós um nome específico. Devemos orar: "Senhor, nesses três meses, a quem devo ir para visitar a fim de reavivá-lo?" O Senhor nos conduzirá. Não devemos anotar muitos nomes. Podemos concentrar em dois ou três, e podemos orar por eles dia e noite. Às vezes, temos que jejuar e orar por eles com lágrimas.
Todas as mães conhecem o labor e o esforço envolvidos para dar à luz uma criança. A fim de gerar filhos espirituais, temos de laborar orando e jejuando com lágrimas. Talvez depois de um mês de oração, visitaremos alguém. Nossa ida não deve seguir os nossos próprios pensamentos. Nossa ida tem de seguir o Espírito. O Espírito nos mostrará o momento certo para ir. Se formos dois dias mais cedo, nosso primo pode não ter ouvidos para nos ouvir. Mas dois dias depois, algo pode acontecer com ele. Deus fará algo soberanamente para prepará-lo a fim de que seja um bom ouvinte. Então, podemos dizer algumas palavras para semear Cristo ao seu interior como a semente. Essa é a maneira orgânica que precisamos aprender.
Hoje temos de voltar a nossa habilidade, nossa arte, para a vida. A maneira de voltar é orar, invocar o nome do Senhor e confessar nossos pecados, nossos defeitos e até mesmo todos os erros que cometemos com nossos parentes, vizinhos e todos aqueles que conhecemos e que podemos ter ofendido. (CWWL, 1991-1992, vol. 2, “Five Emphases in the Lord’s Recovery,” ch. 5, pp. 55-5
25/06
Ore para os santos tenham urgência em semear a semente do evangelho, estando preparados para proclamar a palavra, quer seja oportuno, quer não
2Tm 4:2a “Proclama a palavra; fica preparado, quer seja oportuno, quer não.”
Ec 11:1-6 “Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás. Reparte com sete e ainda com oito, porque não sabes que mal sobrevirá à terra. Estando as nuvens cheias, derramam aguaceiro sobre a terra; caindo a árvore para o sul ou para o norte, no lugar em que cair, aí ficará. Quem somente observa o vento nunca semeará, e o que olha para as nuvens nunca segará. Assim como tu não sabes qual o caminho do vento, nem como se formam os ossos no ventre da mulher grávida, assim também não sabes as obras de Deus, que faz todas as coisas. Semeia pela manhã a tua semente e à tarde não repouses a mão, porque não sabes qual prosperará; se esta, se aquela ou se ambas igualmente serão boas.” (Versão ARA)
Is 55:10-11 “Porque, assim como descem a chuva e a neve dos céus e para lá não tornam, sem que primeiro reguem a terra, e a fecundem, e a façam brotar, para dar semente ao semeador e pão ao que come, assim será a palavra que sair da Minha boca: não voltará para Mim vazia, mas fará o que Me apraz e prosperará naquilo para que a designei.” (Versão ARA)
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
Paulo disse a Timóteo: “Proclama a palavra; fica preparado, quer seja oportuno, quer não; convence, repreende, exorta com toda a longanimidade e ensino.” (2 Tm 4:2). Não devemos dizer que é inverno e que precisamos esperar a primavera para semear a semente. Antes, somos agricultores peculiares; para nós, todos os dias são para semear a semente e fazer a colheita. “Quer seja oportuno” é quando temos a oportunidade, e “quer não” é quando não temos uma oportunidade. Quer tenhamos oportunidade ou não, precisamos ficar preparados. “Fica preparado” significa ter urgência, estar atento e em alerta. Podemos comparar esse tipo de preparo com o chá ou o café instantâneo. Toda vez que precisamos de um chá ou café, ele pode ficar preparado instantaneamente. Precisamos ser pregadores “instantâneos”, preparados sem a necessidade de mais preparativos. Devemos ficar preparados a qualquer hora e em qualquer lugar. Ficamos preparados no supermercado, na rodoviária, no escritório e na sala de aula. Não devemos dizer que não estamos preparados ou que não existem oportunidades. Cada ocasião - primavera, verão, outono e inverno - é a hora de ficarmos preparados. Isso não é a forma religiosa de pregar. Isso é o viver cristão adequado. Não há outro caminho a tomar. Precisamos ter esse tipo de viver do evangelho. Não devemos dizer que esse não é o lugar certo, a hora certa ou a pessoa certa para o evangelho. Cada lugar é o lugar certo, cada hora é a hora certa e cada pessoa é a pessoa certa. Temos de ser instantâneos, ficar preparados, urgentes e atentos quer seja oportuno, quer não. (CWWL, 1973-1974, vol. 2, “The Normal Way of Fruit-bearing and Shepherding for the Building Up of the Church,” ch. 6, pp. 586-587)
[10:04, 25/06/2021] Valquíria Dias: Amém
24/06
Ore para que os santos percebam que sua semeadura da semente do evangelho é a semeadura da palavra de Deus que transmite a vida de Deus no espírito do povo para sua regeneração (Mc 4:14, 20, 33; Atos 8 : 4; Tg 1:21 e nota 21 1 ; 1 Pedro 1:23 e nota 23 2 ).
Mc 4:14, 20, 33— O semeador semeia a palavra ... E estes são os que foram semeados em boa terra: os que ouvem a palavra e a recebem e dão fruto, um a trinta, outro a sessenta e outro cêntuplo ... Em muitas parábolas como essas ele falou a palavra a eles, de acordo com o que eles podiam ouvir.
Atos 8: 4 - Assim, os que estavam dispersos iam a todos os lugares proclamando a palavra de Deus como evangelho.
Tg 1: 21 - Portanto, afastando-se de toda imundície e abundância de malícia, receba com mansidão a palavra implantada, que pode salvar suas almas.
Tg 1:21 1 , implantado - Isto compara a palavra de Deus a uma planta viva que é semeada em nosso ser e cresce em nós a fim de produzir frutos para a salvação de nossas almas. Precisamos receber essa palavra com mansidão, com toda submissão e sem qualquer resistência.
1 Pedro 1:23 - tendo sido regenerado, não de semente corruptível, mas de incorruptível, pela palavra de Deus, que vive e permanece para sempre.
1 Pedro 1:23 2 , Semente - A semente contém vida. A palavra de Deus como semente incorruptível contém a vida de Deus. Portanto, ele está vivo e permanece para sempre. Fomos regenerados por meio dessa palavra. A palavra da vida de Deus, que é viva e permanece para sempre, transmite a vida de Deus ao nosso espírito para que sejamos regenerados.
PORÇÃO DO MINISTÉRIO:
De acordo com o capítulo 4 do Evangelho de Marcos, pode-se dizer que o Evangelho é o maravilhoso Deus-homem que veio para ser semeado como semente de vida. Esta semente de vida é transmitida pela palavra do Senhor. Sobre isso, Marcos 4: 2-3 diz: "E ele lhes ensinou muitas coisas por parábolas, e disse-lhes em seu ensino: Ouvi: Eis que o semeador saiu a semear." A palavra traduzida ensinada está no tempo imperfeito, o que indica uma ação repetida no passado. A palavra semeador indica que o Salvador-Escravo, o Filho de Deus, veio como a semente da vida em Sua palavra, para ser semeada (v. 14) nos corações dos homens a fim de crescer e viver neles e ser expressa de dentro. A semente lançada é a palavra que saiu da boca do Salvador-Escravo. Então a palavra dele é a semente e nesta semente está a vida divina. Na verdade, a semente da vida divina é o próprio Senhor ...
Em Marcos 4 está a semente do evangelho, ou seja, o evangelho como uma semente. De acordo com 4: 3, o Senhor semeou enquanto ensinava. Essa semeadura foi a proclamação do evangelho de Deus realizada pelo Salvador-Escravo, que trouxe o reino de Deus (1,14-15). Foi a semeadura da semente da vida realizada pelas palavras proferidas pelo Salvador-Escravo (4,26), o que indica que Seu serviço evangélico consistia em semear a vida divina nas pessoas a quem servia. O crescimento de tal vida depende da condição daqueles a quem ela serviu, e o produto dela difere de acordo com suas várias condições, conforme descrito na parábola do semeador (4: 1-20). ( Estudo-vida de Marcos , ms. 14)
[A] igreja só é produzida quando Cristo é semeado como uma semente no homem. O crescimento desta semente produz a igreja. A semente da vida, que é o próprio Cristo na palavra semeada na humanidade, produz a igreja. O trabalho não produz a igreja, mas apenas o crescimento de vida. Consequentemente, o reino dos céus não é produzido por ensino ou obra, mas por Cristo como palavra de vida semeada na humanidade. Esta semente cresce e a vida nela produz o reino. ( Estudo-vida de Mateus , ms. 36)
© Living Stream Ministry.
23/06
Ore para que os santos percebam que a semente de Cristo é semeada através do evangelho nos corações humanos e ore para que os corações das pessoas se tornem um solo bom para receber a semente do evangelho (Mt. 13:18-23; 5: 3, 8 ; Jo. 4: 36-37).
Mateus 13: 18-23 - Ouvi então a parábola do semeador: Quando alguém ouve a palavra do reino e não a entende, o maligno vem e arrebata o que foi semeado em seu coração. Este é o que foi semeado ao longo da estrada. E o que foi semeado em solo pedregoso, este é o que ouve a palavra e imediatamente a recebe com alegria; mas não tem raiz em si mesma, mas é de curta duração, e quando a aflição ou perseguição vem por causa da palavra, imediatamente tropeça. E o que foi semeado entre os espinhos, este é o que ouve a palavra, mas os cuidados desta era e o engano das riquezas sufocam a palavra, e ela fica infrutífera. Mas o que foi semeado em boa terra, este é o que ouve e compreende a palavra e dá fruto; e produz um a cem,
Mt 5: 3, 8 Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus ...
Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus.
Jo 4: 36-37 - E quem colhe ... colhe fruto para a vida eterna, para que quem semeia goze com quem colhe ... Um é aquele que semeia, e outro aquele que colhe.
PARTE DO MINISTÉRIO
Duvido que muitos evangelistas saibam que sua pregação do evangelho deve ser uma semeadura. Pregar o evangelho é equivalente a semear Jesus Cristo no coração das pessoas. ( Estudo-vida de Marcos , ms. 64)
[Mateus 13: 8] diz: "Mas outros caíram em boa terra e deram fruto, um aos cem, outro aos setenta e outro aos trinta e um." A boa terra representa o bom coração que não foi endurecido pelo tráfico mundano, que não tem pecados ocultos e que está livre dos cuidados desta época e do engano das riquezas. Tal coração abre mão de cada centímetro de seu solo para receber a palavra, a fim de que cresça, dê frutos e produza cem vezes mais (v. 23). A boa terra é um coração que não tem tráfego, pedras ou espinhos mundanos. Ele não tem pecados ocultos, egoísmo, luxúria ou carnalidade; nele não há ansiedade da era presente ou engano de riqueza. Esse tipo de coração é mantido verdadeiramente puro para corresponder ao espírito. Esse coração é o solo bom onde Cristo pode crescer. Cristo como a semente da vida só pode se desenvolver neste tipo de coração, neste tipo de terreno. Este é o terreno em que o reino pode crescer ...
O Senhor encontrará nesta e naquela cidade aqueles que são a boa terra. Ele é misericordioso ... Que todos nós fiquemos impressionados com o fato de que hoje na restauração do Senhor Ele está sendo semeado a fim de obter o solo bom onde possa crescer para o reino. Esta é a primeira parábola e é o trabalho preliminar que leva ao estabelecimento do reino dos céus. ( Estudo-vida de Mateus , ms. 36)
A palavra do evangelho do Senhor é a semente de vida, e o coração de uma pessoa é como um campo para plantar. Quando pregamos o evangelho às pessoas, estamos plantando a semente do evangelho do Senhor no campo de seus corações. Quando a semente do evangelho cresce em seus corações, ela pode ser colhida. Às vezes, outros semeiam e nós colhemos; às vezes semeamos e às vezes eles colhem. Por exemplo, um irmão batizado hoje pode ter recebido um folheto do evangelho que lhe deu uma impressão do evangelho cinco anos atrás em outro lugar. Assim, a semente do evangelho, que foi semeada nele por meio do tratado, foi colhida e trazida por nós cinco anos depois. Portanto, Devemos pregar o evangelho sempre que encontramos pessoas e semear a semente do evangelho em seus corações para que haja uma colheita no tempo devido. (Esta tradução não foi verificada pelo LSM). (CWWL, 1932-1949 , vol. 3, “Verdades Cruciais nas Sagradas Escrituras, vol. 3, ”ch. 28, pág. 503)
© Living Stream Ministry. Usado com permissão.
22/06
Ore para que os santos vejam que a sua proclamação do evangelho de Deus é a sua semeadura da semente de Cristo nas pessoas a fim de introduzir o reino de Deus
Mc 1:14-15 “Depois de João ter sido preso, foi Jesus para a Galileia, proclamando o evangelho de Deus, dizendo: O tempo está cumprido e o reino de Deus está próximo; arrependei-vos e crede no evangelho.”
Mc 4:3 “Ouvi: Eis que o semeador saiu a semear.”
Mc 4:31, semeador – Este representa o Salvador-Escravo (Mt 13:37), o Filho de Deus que veio para semear-Se no coração dos homens como semente de vida (ver nota 263) contida em Sua palavra (v.14) a fim de neles crescer e viver, e expressar-Se de dentro deles.
Mc 4:32, semear – Esse semear é a proclamação do evangelho de Deus feita pelo Salvador-Escravo; isso introduziu o reino de Deus (1:14-15).
Mc 4:26 “E dizia: O reino de Deus é assim como se um homem lançasse a semente à terra”
Mc 4:263, semente – Esta é a semente da vida divina (1 Jo 3:9; 1 Pe 1:23) plantada nos crentes do Salvador-Escravo, indicando que o reino de Deus, que é o resultado e a meta do evangelho do Salvador-Escravo, e a igreja nesta era (Rm 14:17) são uma questão de vida, a vida de Deus, que brota, cresce, frutifica, amadurece e produz uma colheita.
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
Qual é o ponto central da mensagem do Senhor em Marcos 4? A ideia central é que o Senhor é o Semeador e também a semente, e Ele Se planta em nós. Ele iniciou a pregação no capítulo quatro com estas palavras: “Eis que o semeador saiu a semear”. Mais tarde, em 4:26, disse: “O reino de Deus é assim como se um homem lançasse a semente à terra”. Aqui temos o Senhor como Semeador plantando-Se como semente nos escolhidos de Deus.
Alguns podem perguntar por que dizemos que o Senhor Jesus veio semear-Se nas pessoas. Talvez indaguem por que não dizemos que Jesus veio pregar o evangelho. O motivo de enfatizar o semear do Senhor é que o entendimento adequado da pregação do evangelho foi danificado. Sim, o Novo Testamento diz que o Senhor veio pregar o evangelho. Contudo Ele não o pregou de acordo com nosso entendimento de como o evangelho deve ser pregado. Pelo contrário, em Marcos 4 vemos que o Senhor pregou o evangelho plantando-Se como semente nas pessoas...
Em Marcos 1 temos pregação e em Marcos 4 temos semeadura. A semeadura no capítulo quatro equivale à pregação no capítulo um. Semear é pregar e pregar é semear. Além disso, o reino de Deus no capítulo quatro equivale ao evangelho de Deus no capítulo um. Isso significa que pregar o evangelho de Deus é semear a semente do reino de Deus. (Estudo-Vida de Marcos, msg 64, pág. 596-598)
De acordo com [Marcos 4], o evangelho é a semente de vida plantada nos que creem no Senhor Jesus, de modo que cresça, se desenvolva e resulte no reino...
No evangelho há uma semente interior, que, como seu elemento intrínseco, é o Homem-Deus. Sempre que formos pregar o evangelho, precisamos ministrar Cristo aos que nos ouvem e recebem nossa palavra, pois no evangelho há um elemento intrínseco. Sempre que alguém recebe o evangelho, recebe o Deus encarnado como elemento intrínseco, a semente, do evangelho. Isso significa que, uma vez que a pessoa receba o evangelho, recebe tal semente. Por meio do evangelho o Deus encarnado é semeado em seu ser. (Estudo-Vida de Marcos, msg. 14, pág. 149)
21/06
Ore para que os santos vejam a necessidade tanto do ministério de pescar como do ministério de remendar – primeiro o ministério de pescar trazem as pessoas, e então o ministério de remendar as mantém sem deixá-las sair.
Mt 4:18-22 “Caminhando junto ao mar da Galileia, viu dois irmãos, Simão, chamado Pedro, e André, seu irmão, que lançavam uma rede ao mar, pois eram pescadores. E disse-lhes: Vinde após Mim, e Eu vos farei pescadores de homens. E eles, deixando imediatamente as redes, O seguiram. Passando adiante dali, viu outros dois irmãos, Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, que estavam no barco em companhia de seu pai Zebedeu, consertando as suas redes; e chamou-os. E eles, deixando imediatamente o barco e seu pai, O seguiram.”
Mt 16:19a “Dar-te-ei as chaves do reino dos céus”
Ap 21:2 “Vi também a cidade santa, a Nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, preparada como uma noiva adornada para o seu esposo.”
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
Depois que o Senhor foi ungido para ministrar, Ele chamou dois pares de discípulos, representando dois tipos de ministérios (Mt 4:18-22). Quando o primeiro par foi chamado, eles estavam pescando lançando uma rede, e quando o segundo par foi chamado, eles estavam remendando suas redes. O ministério de pescar é para trazer pessoas, e o ministério de remendar é para mantê-las sem deixá-las sair. O ministério de pescar deve abrir a porta da frente, enquanto o ministério de remendar é para fechar a porta dos fundos, para manter as pessoas dentro para que possam ser edificadas. Por meio de Pedro, que tinha o ministério de pescar, as portas do reino foram abertas (16:19). As chaves do reino foram dadas a Pedro, e ele as usou para trazer pessoas. Hoje na igreja tem de haver muitos Pedro com o ministério de pescar. Aonde quer que eles vão, a porta estará aberta e eles trarão pessoas para dentro.
Então, depois que Pedro traz as pessoas, João segue com o ministério de remendar. As pessoas devem entrar somente; eles não devem sair. Elas entram pela porta da frente e não devem sair pela porta dos fundos. A porta dos fundos deve ser consertada para ser fechada, a fim de manter as pessoas dentro até que estejam edificadas. Eventualmente, a Nova Jerusalém resulta do ministério de remendar. Quem escreveu sobre a Nova Jerusalém não foi Pedro, mas João, que tinha o ministério de remendar. O ministério de pescar é para o início, e o ministério de remendar é para o cumprimento. Na igreja, precisamos desses dois ministérios. Além disso, com esses dois ministérios existe a possibilidade da edificação; assim, entre o ministério de pescar e o ministério de remendar está o ministério de edificação de Paulo.
Temos de ter o alcance. Temos de levar os incrédulos ao Senhor, propagar a palavra do evangelho e expandir o reino de Deus. Eu o encorajaria, até mesmo o encarregaria de cuidar desses assuntos. Do contrário, não seremos equilibrados; estaremos errados. (CWWL, 1964, vol. 4, “Serving in the Meetings and in the Gospel,” ch. 5, pp. 117-118)
20/06 /2021
Ore para que os santos aprendam avidamente os princípios necessários para levar as pessoas ao Senhor e pratiquem esses princípios a fim de aprender o momento apropriado e a maneira adequada de alcançar as pessoas - para "fisgar o peixe"At 2:41 “Então os que receberam a sua palavra foram batizados, e foram acrescentadas naquele dia cerca de três mil almas.” At 4:4 “Muitos, porém, dos que ouviram a palavra creram, e chegou o número dos homens a cerca de cinco mil.”
PORÇÃO DO MINISTÉRIODepois de termos o encargo, vamos querer saber como alcançar as pessoas, para “fisgar o peixe”. Ao fazer qualquer coisa, precisamos de determinadas maneiras. Quando um general lidera um exército para tomar uma cidade, por exemplo, ele pode tomar vários caminhos. Dependendo da situação, ele pode vir de diferentes direções. Além disso, uma cidade deve ser tomada pela manhã, enquanto outra cidade deve ser tomada à noite; e uma deve ser tomada do norte, mas outra deve ser tomada do sul. Da mesma forma, para levar uma pessoa ao Senhor, devemos ter sabedoria para saber o momento apropriado e a maneira adequada. Aqui podemos apenas dar princípios; você tem de praticá-los para aprender os detalhes ...O mais importante para um vendedor é criar um mercado. Quando há mercado, é fácil vender, mas se não houver mercado ninguém compra. Precisamos criar a necessidade dentro de um pecador. Para esse propósito, devemos conhecer os melhores versículos das Escrituras para usar. Se estivermos familiarizados com os melhores versículos, eles estarão prontos e úteis para nós em nosso trato com esse tipo de pessoa...Quando tratamos com um pecador, devemos nos lembrar de não falar muito. Os vendedores sabem o segredo de fazer um negócio e depois não falar demais; se falarem demais, perderão o negócio. Depois de fechar um negócio, o vendedor faz com que o comprador assine e pague; para nós, isso significa que pedimos ao pecador que ore. (CWWL, 1964, vol. 4, “Serving in the Meetings and in the Gospel,” ch. 5, pp. 118-119)
19/06
Ore para que os santos aprendam a conhecer os diferentes tipos de pessoas, assim como os pescadores conhecem as categorias de peixes, de modo que saibam que tipo de “isca” precisam para atrair pessoas a Cristo
Jo 3:1-6 “Havia, porém, entre os fariseus, um homem chamado Nicodemos, um chefe dos judeus. Este foi ter com Jesus de noite e Lhe disse: Rabi, sabemos que vieste da parte de Deus como mestre, pois ninguém pode fazer esses sinais que Tu fazes, se Deus não estiver com ele. Respondeu-lhe Jesus: Em verdade, em verdade te digo: Se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. Perguntou-Lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, entrar uma segunda vez no ventre de sua mãe e nascer? Respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo: Se alguém não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne é carne; e o que é nascido do Espírito é espirito.”
Jo 4:5-7, 9-10,14,15 “Chegou, pois, a uma cidade de Samaria, chamada Sicar, perto das terras que Jacó dera a seu filho José. Estava ali a fonte de Jacó. Jesus, pois, cansado da viagem, assentou-se assim junto à fonte; era por volta da hora sexta. Veio uma mulher de Samaria tirar água. Disse-lhe Jesus: Dá-Me de beber... Então Lhe disse a mulher samaritana: Como, sendo Tu judeu, pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana? (Pois os judeus não se relacionam com os samaritanos.) Respondeu-lhe Jesus: Se conheceras o dom de Deus e quem é o que te diz: Dá-Me de beber, tu Lhe terias pedido, e Ele te teria dado água viva... aquele, porém, que beber da água que Eu lhe der, de modo algum terá sede, para sempre; pelo contrário, a água que Eu lhe der se tornará nele uma fonte de água a jorrar para a vida eterna. Disse-Lhe a mulher: Senhor, dá-me dessa água, para que eu não mais tenha sede, nem tenha de vir aqui tirá-la.”
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
Depois de termos o encargo por alguém, orar por ele e receber a unção e o poder do alto, o que devemos fazer com ele? A fim de saber como tratar com uma pessoa, temos de saber categorizá-la ou classificá-la, assim como um pescador conhece as categorias de peixes. Se um pescador classificar seus peixes, ele saberá que tipo de isca usar. Uma determinada isca pode ser boa para um tipo de peixe, mas a isca errada assustaria o peixe. Se classificarmos as pessoas, saberemos do que precisam.
Para classificar as pessoas adequadamente, temos de ter a técnica correta. Não seríamos tolos a ponto de perguntar a alguém que tipo de pessoa ele é. Antes, podemos classificar as pessoas contatando-as de uma maneira geral conversando. Devemos ser gerais e não mostrar a elas que somos religiosos, espirituais ou celestiais. As pessoas não gostam de falar com anjos ou pessoas religiosas; isso as assusta. Antes, temos de falar com as pessoas de uma maneira geral e humana. Então, por meio da nossa conversa geral, temos de aprender a perceber que tipo de pessoa cada uma é.
No passado, dei mais de vinte classificações de pessoas, mas aqui é suficiente dar somente cinco categorias principais. A primeira são os chamados ateus, aqueles que não creem que existe um Deus no universo. É fácil descobrir se uma pessoa é ateia. A segunda categoria consiste de pessoas que são pecadoras e vivem em pecados. As pessoas desta categoria também são fáceis de conhecer. A terceira classificação são as pessoas que sentem a vaidade dessa vida. Elas sempre têm a sensação de que a vida é vã, a vaidade das vaidades. A quarta classificação são as pessoas morais, pessoas que sempre prestam atenção à moralidade. A última classificação inclui cristãos declarados. Se conhecermos essas classificações, será fácil perceber a qual categoria uma pessoa pertence. Então saberemos como tratar com ela. (CWWL, 1964, vol. 4, “Serving in the Meetings and in the Gospel,” ch. 4, p. 106)
18/6
Ore para que os santos vejam que suas visitas são uma preparação para o Espírito Santo santificá-los, e que eles contatem as pessoas para permitir ao Espírito que busca um "gancho" para "pegar" pecadores perdidos (1 Pd 1: 2 e nota 2 5 ; 2 Tes. 2:13; Lc. 15: 8-10 e nota 8 2 e 8 3 ; Jo. 16: 8).
1 Pedro 1: 2 - Escolhidos segundo a presciência de Deus Pai na santificação do Espírito, para a obediência e aspersão do sangue de Jesus Cristo: Graça e paz vos sejam multiplicadas.
1 Pedro 1: 2 5 , santificação—Aqui, a santificação do Espírito não se refere à santificação que o Espírito efetua após a justificação pela obra redentora de Cristo (esta santificação é revelada em Romanos 6:19, 22; 15:16). A santificação do Espírito enfatizada neste capítulo, cuja ênfase é a santidade (v. 15-16), ocorre antes da obediência a Cristo e antes de crer em Sua obra redentora, isto é, antes da justificação alcançada por meio da obra redentora de Cristo (1 Cor. 6:11). Isso indica que a obediência dos crentes que resulta na fé em Cristo vem da obra santificadora do Espírito. A santificação do Espírito em seus vários aspectos é amplamente revelada em 2 Tes. 2:13, e seu objetivo é que os escolhidos de Deus obtenham a salvação completa.
2 Ts. 2: 13 - Mas devemos sempre dar graças a Deus por vocês, irmãos amados do Senhor, porque Deus os escolheu desde o início para a salvação na santificação pelo Espírito e na fé na verdade.
Lc. 15: 8-10 - Ou que mulher que tem dez moedas de prata, se perde uma moeda, não acende a lamparina e varre a casa e busca com cuidado até que a encontre? E ao encontrá-la, reúne seus amigos e vizinhos, dizendo: Alegrai-vos comigo, porque encontrei a moeda de prata que havia perdido. Assim, eu digo a você que há alegria diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende.
Lc.15: 8 2 , Lâmpada - Representa a palavra de Deus (Salmos 119: 105, 130), que o Espírito usa para iluminar e expor a posição e condição do pecador para se arrepender.
Lc. 15: 8 3 , varrer - Para examinar e limpar as partes internas do pecador.
JN. 16: 8 - E quando Ele [o Consolador, o Espírito da realidade] vier, Ele convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo.
PARTE MINISTÉRIO:
Nossas visitas às pessoas as preparam para que o Espírito Santo as santifique. O Espírito Santo é o Espírito santificador (1 Pedro 1: 2), e o primeiro passo em Sua santificação é buscar pecadores perdidos (Lc 15: 8-10). Porém, para que o Espírito busque as pessoas, precisamos visitá-las. Se não visitarmos uma pessoa, o Espírito Santo não pode buscá-la. Nossas visitas às pessoas, semana após semana, são um lembrete para elas. Mais cedo ou mais tarde, o Espírito de Busca iluminará seus corações. O Espírito busca de muitas maneiras diferentes. No entanto, um princípio é seguro: se ninguém vai falar com uma pessoa, o Espírito Buscador não tem o "anzol" para "pescar" essa pessoa. Precisamos lançar nosso anzol; mais cedo ou mais tarde um peixe será pescado ...
Embora os Estados Unidos sejam um país cristão, sinto que a necessidade do povo americano de Cristo é muito maior do que em qualquer outro lugar. Quando comecei a trabalhar neste país há trinta e um anos, a necessidade não era tão grande como hoje. Precisamos sair e visitar as pessoas e dar-lhes uma brochura ou folheto. Quer pensemos que eles vão entender ou não, precisamos acreditar que tudo sobre Cristo servirá. Não sabemos que palavra tocará as pessoas. Se dermos um panfleto a alguém, ele pode jogá-lo na rua, mas o que uma pessoa joga fora, outra pode pegá-lo e levá-lo para casa. Então, os membros dessa família, seus amigos e o visitante daquela casa verão você. Não sabemos qual será o resultado. Mais cedo ou mais tarde, as pessoas serão tocadas por Cristo. ("O treinamento e a prática de grupos vitais", cap. 13)
17/06
Ore para que os santos sejam vitalizados pessoalmente e com uns companheiros que laboram juntos, a ponto de "irem pescar" para ganhar alguns "peixes novos"
Dn 1:6 “Entre eles, se achavam, dos filhos de Judá, Daniel, Hananias, Misael e Azarias.”
2Tm 2:22 “Foge das paixões da juventude e segue a justiça, a fé, o amor e a paz com os que, de coração puro, invocam o Senhor.”
PORÇÃO DO MINISTÉRIO
Precisamos ter uma comunhão próxima, íntima e completa com o Senhor e com os santos buscadores. Não basta ter comunhão somente com o Senhor; precisamos também estar em comunhão com os santos. Precisamos ter companheiros com os quais laborar. Conforme o exemplo na Bíblia, Daniel tinha três companheiros (Dn 1:6). Encorajo vocês a ter três companheiros. Não peçam aos presbíteros que os deem a vocês, mas peçam alguém ao Senhor para ser o seu companheiro na comunhão. Então vocês poderão ganhar outros. Espontaneamente, você e seus companheiros se tornarão um pequeno grupo muito bom.
Os presbíteros não devem tentar formar grupos de maneira organizada. Isso não funciona. Eles devem estimular os santos a serem vitalizados primeiro. Uma vez vitalizado, você terá uma profunda sensação de que precisa de companheiros. Então vai precisar seguir a orientação do Senhor para ganhar alguns que se unam a você para se tornar um grupo. Esse será um grupo orgânico e por fim esse grupo será vitalizado. Quatro santos juntos são o suficiente. Não inclua mais santos nesse momento; antes, sejam vitalizados a ponto de irem pescar para ganhar alguns peixes novos. Quando o seu grupo orgânico de quatro santos for vitalizado, não precisarão procurar mais santos para se unirem a vocês. Antes, irão pescar para pegar alguns peixes novos. (Treinamento e Prática dos Grupos Vitais, cap. 1, pág. 38)

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